Antes que me chamem de chata, vou logo avisando que esta é a última parte do capítulo da novela “O iPhone 3GS e eu”. Assim, adianto algumas impressões que tenho tido do aparelho.
Tenho explorado o uso do push para aplicativos de mensagens instantâneas, uma das boas características do iPhone 3GS que já aparecia nas versões novas dos firmwares das anteriores. Como funciona? Uma vez usuária de Facebook ou Twitter e até mesmo da App Store, sou avisada todas as vezes em que recebo updates dentro destas redes – seja mensagens no Twitter seja atualizações de perfil no Facebook. Muito útil para quem precisa acompanhar todas essas redes e não quer perder tempo checando uma por uma.
Outra coisa: diante de tantos aplicativos que a gente acaba baixando na App Store, uma busca interna no aparelho bem que vem a calhar. Ainda não consegui passar da terceira “página” de aplicativos, mas quando eles começarem a se acotovelar no desktop, folgo em saber que há uma função prevista para me ajudar a encontrar qualquer coisa dentro do aparelho, seja nas pastas ou nos arquivos armazenados.
Para quem está disposto a pular para o mundo Apple, uma boa lembrança é que ele é muito mais amigável ao uso do Wi-Fi do que os modelos equivalentes de outras marcas. Assim que aciona o browser ou um aplicativo que demande acesso à rede mundial, o iPhone sugere imediatamente uma busca por rede Wi-Fi, enquanto na maioria dos modelos a prioridade é para a rede de dados. Assim, o usuário é obrigado a acionar mais funções para selecionar o acesso via Wi-Fi em vez de ser convidado diretamente a explorá-la. Não podemos nos esquecer de que nem todo mundo tem um plano de dados ilimitado e muitos acabam ficando reféns de limites de utilização do tráfego.
Nos entendemos então sobre o iPhone 3GS e esta mudança radical na minha vida (risos)? Então proponho que falemos sobre os modelos Android que chegaram lá fora (da Motorola) e também sobre os que estão por vir aqui no Brasil. Minha primeira experiência com o Android não foi grandes coisas, vocês se lembram?


Dúvida de quem não tem iPhone nem conhece ninguém que tenha para perguntar…. Como é feito o pagamento dos aplicativos da App Store? Vem na conta da operadora de celular? Na fatura do cartão de crédito? Boleto bancário? Depósito em banco? Ou o que?
Compra e instala direto pelo iPhone ou precisa do computador?
Tem App Store no Brasil?
Pode parecer bobagem eu ter essas dúvidas em tempos de internet, mas quando procuro me informar sobre essas coisas vem uma enxurrada tão grande de informações que acabo me perdendo. Pelas agulhas que consegui achar no palheiro de informações, me pareceu que a única forma de pagamento para compra de aplicativos na App Store é usando cartão de crédito. É isso mesmo?
Agradeço desde já quem puder me esclarecer essas dúvidas.
Então, pra fechar a tampa do caixão: Você está se sentindo mais bem servida com o iPhone do que com o N95?
Rogerio, meu irmão tem iphone, entao posso ajudar a responder. Tem apps gratuitas, algumas que entram em promoçao e ficam gratuitas por um tempo( as vezes 1 dia) depois que vc baixa pro pc as atualizaçoes sao gratis( aparece o aviso no Itunes que tem atualizacao de apps). Quem fez a conta no Itunes usando endereço americano so podia usar gif cards (trazido por alguem que viajou pro Eua ou comprado de alguem mo Mercado Livre ou Ebay – so precisa do codigo que vem no card, como esses codigos pra colocar credito em celular pre-pago, entao da pra receber por e-mail de um amigo ou vendedor). Agora tem a opçao Brasil no Itunes mas nao sei se ja ta aceitando cartao de credito nacional – acho que ja mas nao vi. Pelo que ouvi na opçao de usar Brasil no cadastro do Itunes ja tem apps pra baixar, mas nao teria tudo que tem fazendo o cadastro como morando no Eua.
Milton, sua resposta foi perfeita. Obrigada por ter ajudado nosso amigo, ainda mais nesses dias em que eu andei meio out!
Eu tô conseguindo baixar muita coisa boa na App Store, mas as opções pagas são, claro, muito sedutoras.
E eu já comprei alguns aplicativos, através do iTunes Store e via cartão de crédito internacional, sem o menor problema.
Francisco, a resposta é sim por um motivo muito simples: hoje eu preciso mais de navegação na internet e de aplicativos simples do que de câmera digital de boa qualidade e outras daquelas mil qualidades dos aparelhos da Nokia. Mas confesso que fiquei balançada pelo N97!
Definitivamente convertida?