A Vivo e a Ericsson anunciaram, durante a Futurecom, a criação de um grupo de oito parceiros para levar conectividade em banda larga móvel ao coração da Amazônia Legal. O objetivo é ampliar as condições de atendimento da ONG Projeto Saúde & Alegria, que promove o desenvolvimento e o estímulo à formação de comunidades de aprendizagem para mais de 30 mil pessoas de 175 vilarejos em três municípios da região denominada Belterra, no oeste do Pará.

O grupo é composto também por Sony Ericsson, Prefeitura de Belterra, CPqD, Bimetal, Formatto Engenharia, LaMark, Hospital Albert Einstein e pelo Projeto Saúde & Alegria. Estas empresas irão investir e alavancar recursos institucionais e pessoais para disseminar a educação e saúde por meio da comunicação móvel.

O Projeto Saúde & Alegria atua hoje diretamente em três municípios do Oeste do Pará – Belterra, Aveiro e Santarém –, atendendo principalmente às populações rurais e com o propósito do desenvolvimento comunitário na Amazônia.

A Vivo fará a instalação e manutenção da infraestrutura de comunicação, como o site e a manutenção do serviço móvel; o Instituto Vivo desenvolverá metodologias e práticas de aprendizagem em rede. Já a Ericsson irá desenvolver e implementar soluções como equipamentos de rádio, serviços relacionados e um aplicativo multimídia que monitora impactos ambientais; efetua diagnósticos na área da saúde; facilita a comunicação entre a equipe e as comunidades; e realiza pesquisas para monitoramento dos índices de qualidade de vida. O Projeto Saúde & Alegria oferecerá suporte local e será responsável pelo treinamento das comunidades, orientando sobre a utilização dos aplicativos.

Com a população mais jovem de todo o país – cerca de 9,2 milhões de crianças e adolescentes até 17 anos – a Amazônia concentra alguns dos mais preocupantes indicadores sociais do Brasil. Com mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, a Amazônia legal reúne uma população heterogênea de 24 milhões de habitantes, com comunidades centenárias de indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entre outras, que convivem com enormes problemas de acesso devido à baixa cobertura da malha viária e da necessidade de utilização do transporte fluvial, o que prejudica a freqüência das crianças nas escolas em mais de 750 municípios da região.

1) Por que a banda larga alheia é sempre melhor que a nossa? Por que eu mal posso pensar em baixar uma música enquanto há milhões de pessoas por aí que conseguem baixar todos os novos episódios de “House” e “The Mentalist” direto da fonte, sem preocupação com as quedas e a velocidade pífia (nunca passei de 200kbps)?

2) Por que um monte de gente tem direito a contratar pacotes completos com preços módicos e nós precisamos pagar os tubos por um serviço meia boca?

3) Por que o meu Velox parece uma carroça enguiçada e a Net não funciona em Niterói porque aqui a Net é outra empresa que usa a bandeira Net mas não funciona como tal? Pior: esta tal empresa, que usa a bandeira Net, inviabiliza a chegada da Net de verdade por aqui. Por que coisas como essas acontecem?

4) Por que o iPhone alheio tem bateria que dura dois, três dias, e o nosso nunca chega ao final do dia? Por que o nosso iPhone é sempre mais guloso que o dos outros?

5) Por que, agora que estamos chegando à produtiva época de campanha eleitoral – para a Presidência, ora ora – começam a aparecer projetos de inclusão digital, benfeitorias politicas na seara das telecomunicações etc e tais?

5) Por quê? Por quê?

Sim, é isso mesmo. O negócio é o seguinte: em uma ação em conjunto, a Nokia e a Vex (dona de quase todos os hotspots do país, ou seja, pontos de acesso público à internet via Wi-Fi) estão fazendo uma ação em comum: hoje (1 de outubro) começa a VexWeek, uma semana de acesso gratuito aos hotspots da Vex espalhados pelo país. Leia-se shoppings, aeroportos, cafeterias, etc.

A iniciativa vai até o dia 8. Para quem tem aparelhos da Nokia com acesso à internet, a VexWeek será prorrogada por mais três dias além do dia 8. Ou seja, o acesso será gratuito até o dia 11.

O perigo é todo mundo ficar viciado e passar a dormir nos shoppings e aeroportos. Mas vamos ver qual é, né? Eu particularmente adoro pegar uma carona em Wi-Fi, mesmo sabendo que minha rede 3G dá conta do recado.

Este meu blog (nosso, na verdade absolutíssima) está parecendo um anúncio da Casa e Vídeo (ops), de tanta bola que ando dando aos fabricantes e suas ofertas sedutoras.

Sendo assim, muito legal dar notícias em primeira mão de lançamentos de operadoras e de caças ao tesouro da Nokia, mas podemos voltar à programação normal, ou seja, ao mundo nosso de cada dia?

Antes de mais nada: sabem aquele anúncio que a Aneel ia fazer esta semana, sobre o acesso à internet via energia elétrica? Ora, ora, ora. E não é que ela nada decidiu? Assim, proponho uma votação: o que vai sair primeiro? A regulamentação da Aneel ou o sistema de controle de qualidade da banda larga feito pela Anatel?

O prêmio? Uma dica no site “Sem limites”, da Nokia (brincadeirinha).

Fiquem de olho: já falamos muitas vezes, no blog (não neste, mas naquele que faleceu, risos) sobre a chegada, enfim, da tecnologia que permitirá o acesso à internet via rede elétrica, uma provável solução para os gargalos dos serviços oferecidos hoje por companhias telefônicas como Oi e Telefônica e por operadoras de cabo, como a NET.

Um parecer da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estava previsto para sair hoje (terça-feira, 11/8), mas a relatoria da entidade pediu mais um tempo para examinar alguns detalhes. Assim, a decisão da Aneel sobre o uso da rede de energia elétrica para a transmissão de internet em banda larga foi adiada para a próxima semana.

Lembrando que a implementação da tecnologia já foi aprovada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no mês de abril.

Voltamos ao assunto…

  • Página 2 de 2
  • <
  • 1
  • 2