Essa eu não podia deixar de comentar porque é uma das minhas batalhas pessoais de muitos anos. Sempre achei um abuso receber SMS de operadoras de telefonia, principalmente aquelas mensagens promocionais. Ok avisar que minha conta está em atraso, mandar um protocolo de atendimento, mas invadir minha privacidade tirando partido do canal direto com o meu celular, não senhor.

Pois a partir de maio as operadoras de telefonia móvel não poderão enviar publicidade não autorizada pelos usuários de celular. A decisão, tomada pela Anatel, já foi comunicada a todas as operadoras e atende a uma recomendação do Ministério Público Federal.

Os contratos de adesão ao serviço de telefonia móvel deverão conter cláusulas nas quais o cliente passa a ter o direito de optar por receber ou não mensagens publicitárias. As cláusulas devem ser redigidas de forma clara, acrescidas de um campo onde o usuário deverá assinalar se deseja ou não receber tais mensagens.

O tal campo para optar ou não pelas mensagens deverá estar localizado junto ao parágrafo que trata do assunto, antes da assinatura do usuário, aderindo aos termos do contratos.

Diz a Anatel que a determinação já existe no regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP), mas estava sendo descumprida pelas operadoras. Nos contratos destas com o órgão regulador estava clara a anuência do consumidor em receber as mensagens. Com a nova decisão, a agência prevê resolver a questão.

Segundo a agência EFE, a NII Holdings, companhia americana de telefonia celular que opera na América Latina sob a marca Nextel, entregou à Nokia Siemens Networks a gestão de suas operações da rede no continente.

A Nokia Siemens vai administrar a rede da Nextel nos mercados nos quais a empresa está presente na América Latina. Além do Brasil, a operação se dará também na Argentina, Chile, México e Peru.

A NII Holdings, com sede na cidade americana de Reston (no estado norte-americano da Virgínia), indicou que a operação é a primeira com estas características na América Latina, e um dos maiores acordos da Nokia Siemens na região.

Diz a EFE: “Com o acordo, a Nokia vai oferecer sua experiência no setor e, ao mesmo tempo, aproveitando os empregados da Nextel, que fornecerá cerca de mil trabalhadores para planejar, desenhar, manter, otimizar e operar as redes da NII.

A Nokia assumirá a responsabilidade dos serviços, manutenção e provisão da rede de Nextel, que seguirá como proprietária de suas redes na América Latina e seguirá tomando todas as decisões relacionadas com a estratégia, a tecnologia, a venda e os investimentos.

Desta maneira, a Nextel e seus empregados seguirão sendo o principal contato entre a companhia e os usuários, pois a empresa vai manter o pleno controle dos serviços de atendimento ao cliente e técnico. “

A Nokia anunciou que o Ovi Mapas, serviço que inclui navegação gratuita para motoristas e pedestres em smartphones, já alcançou a marca de 1,4 milhões de downloads. A sonhada marca de 1 milhão foi batida ainda na primeira semana após o anúncio de lançamento, em 21 de janeiro. Em média, tem sido feito um download a cada segundo, 24 horas por dia.

O Ovi Mapas reúne navegação orientada por voz ponto a ponto, além de guias com pontos de interesse e mapas de mais de 200 países.

Em 31 de janeiro, os cinco primeiros países que mais baixaram a nova versão do Ovi Mapas foram China, Itália, Reino Unido, Alemanha e Espanha. Os cinco aparelhos mais populares da Nokia que instalaram o download foram: Nokia 5800 Comes With Music, Nokia N97 mini, Nokia N97, Nokia 5230 e Nokia E72, lembrando que apenas poucos aparelhos já lançados terão o serviço completo gratuito. A partir de agora, o que sair virá com o serviço instalado, e de graça.

Há tempos venho comentando aqui como os fabricantes de telefones celulares estão correndo atrás de lojas de aplicativos móveis que seguem o modelo de sucesso implementado pela Apple, através de sua App Store, que tanto oferece programetos grátis quanto pagos. Agora chegou a vez de uma operadora anunciar sua loja de download de aplicativos – também durante a Campus Party, a Vivo lançou uma plataforma própria de venda de softwares que abrirá as portas à colaboração de desenvolvedores de todos os portes.

A operadora pretende compartilhar a receita dos aplicativos com seus devidos criadores, visando a gerar interesse por parte do mercado e, assim, expandir o portfólio mais rapidamente. A divisão de receita vai se dar tanto através da compra do serviço pelo assinante (quando 70% da receita vai para o desenvolvedor) quanto com o uso do produto ao longo do tempo.

A Plataforma de Desenvolvedores Vivo buscará reunir empresas já conhecidas do mercado e também dar chance a quem ainda não entrou nas outras lojas mobile criadas por fabricantes como LG, Samsung, Nokia, Apple, BlackBerry etc. Os desenvolvedores têm um portal à disposição, o http://desenvolvedores.vivo.com.br, aberto e gratuito, onde é possível encontrar informações sobre os processos de desenvolvimento, certificação e cadastro de aplicativos, assim como recursos de software necessários.

Os aplicativos poderão ser colocados à venda através de duas modalidades: em uma pasta batizada de Beta (com pré-lançamentos a preços reduzidos, variando entre 0,99 real e 1,99 real), ou através de uma segunda opção, que é passar pelo processo completo de certificação e entrar em comercialização, com destaque, na loja virtual Downloads Store, onde estes aplicativos poderão ser vendidos por até R$ 20, preço cobrado por grandes fornecedores. Segundo a Vivo, já há 350 programas disponíveis na loja.

Pois é, eu sou de um tempo em que se dizia que celulares, pelo menos os GSM, eram à prova de clonagem. Eu mesma cheguei a entrevistar dezenas de especialistas que garantiam que isso era impossível.

Pois não é que hoje, em sua palestra na Campus Party, o famoso hacker Kevin Mitnick, que passou anos preso por conta das invasões de sistemas que costumava fazer, clonou um celular ao vivo e em cores?

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Cá entre nós, hoje em dia acho que não há sistema à prova de falhas e de invasões. Não viram o caso do iPhone, que foi crackeado antes que Steve Jobs conseguisse tirar a gola rolê preta que usou no lançamento dele?

Na verdade, Mitnick queria provar o uso de engenharia social pelos hackers para enganar as vítimas. Queria ter estado lá, claro.

Leiam mais sobre a “mágica” de Mitnick em http://tinyurl.com/yjc8azt.

Mais de 163 milhões de celulares no mundo trazem a função GPS integrada – destes, 83 milhões são da Nokia, o que corresponde a 51%. A partir de um anúncio realizado pela empresa semana passada, 20 milhões destes aparelhos já passam a ter a navegação GPS de graça.

A Nokia decidiu liberar o OVI Mapas – incluindo a função de orientação por voz – para novos aparelhos e alguns poucos modelos já lançados. Trata-se da nova nomenclatura do Nokia Mapas só que acrescida de outros serviços, tais como localização social. A ideia é usar o conceito de redes sociais aplicado ao serviço de localização e navegação pessoal.

- A ideia não é só dizer o que você está fazendo, mas onde, e de uma forma muito mais fácil – explica Vinícius Costa, gerente de marketing de Serviços da Nokia.

Um exemplo da conjugação rede social/GPS: no aplicativo de GPS (Ovi Mapas), o usuário pode fazer um post que vai direto para o Facebook, com texto, foto e geotagging (marcação de local onde a foto foi feita) de quebra.

Só novos aparelhos trarão o OVI Mapas de graça. No Brasil, são os modelos 5800 Comes With Music, o 6710 Navigator e o N97 nas próximas semanas. No total (no mundo), 10 aparelhos já estarão habilitados a fazer a habilitação que permite o GPS gratuito – sete receberão a novidade até o final de abril. Dentre eles, o E72, o N97 Mini, o 5230 (leia abaixo) e o X6.

E daqui para a frente, os novos modelos já sairão de fábrica com a função pré-instalada. Infelizmente, aparelhos antigos não terão a funcionalidade.

- A ideia é fazer o que a Nokia fez com as câmeras digitais, ir descendo no portfólio. Até o fim de abril, por exemplo, sai o modelo 5230 (touchscreen mais barato) com OVI Mapas gratuito – diz Vinícius.

Fiz uma pesquisa “informal” no Twitter perguntando qual é o melhor celular na opinião dos meus quase mil seguidores. Queria não só tentar montar o prometido ranking (lembram que falávamos disso desde a minha época no Globo?) até ter um termômetro de como anda este mercado e as preferências dos consumidores.

É claro que a minha amostragem não é enorme – recebi cerca de 50 respostas. E há de se considerar que o público do Twitter ainda é mais, digamos, “seleto”, já que as classes C, D e E ainda não se apropriaram da ferramenta.

Mas dá para ter uma ideia do que o povo anda gostando. As respostas não foram, digamos, surpreendentes: os mais votados foram o Nokia N95 (comum e o de 8GB), o Nokia N97, o iPhone 3GS e, pasmem, muitos modelos BlackBerry, com destaque para o Curve e o Bold. O Storm também ganhou um voto.

Dos mais antigos, o Sony Ericsson W810 foi lembrado (também gostei muito dele, cheguei a ter um, mas o som da conversa era meio baixo).

Ninguém votou em aparelhos Samsung mas a Motorola apareceu com os novos Droids.

Dos modelos mais novos apareceu o N900, da Nokia, que ainda só é de conhecimento dos “entendidos”, como meu querido amigo Henrique Martin, dono do blog Zumo.

No próximo post vou tentar fazer um apanhado de cada voto. E aí aproveito a oportunidade para perguntar a vocês: qual é, na sua opinião, o melhor celular do mercado?

Eis a opinião sobre o assunto “desbloqueio de aparelhos como estratégia para crescer” de quem entende do assunto: Luis Minoru Shibata.

“Até pouco tempo atrás quando estava mais envolvido com isso, as pesquisas sempre mostravam cobertura como o item prioritário para os consumidores. O problema é que até por falta de esclarecimento, muita gente confunde se a qualidade do serviço está bom/ruim por causa da rede ou por causa do aparelho (Ex. Esse aparelho não pega X A rede da operadora A é muito ruim).

Com o aumento da utilização, o item “bateria” se tornou importante, que para o consumidor é o aparelho. Porém, vale ressaltar que a performance da bateria depende da cobertura da operadora, mas que não é de conhecimento público geral. Quanto melhor a cobertura, menos energia do aparelho é gasta. Quanto ao desbloqueio, as operadoras estão testando novos modelos. Até porque a compra de aparelhos começou a ser menos racional e mais emocional (valor é “secundário”).

Assim, as operadoras estão mantendo o “custo de aquisição/manutenção de clientes” mas trocando de foco. Ou seja, ao invés de subsidiar aparelhos, melhorar a comunicação e o serviço de atendimento. O interessante será ver como os fabricantes irão se comportar, já que hoje eles venderam “mais” graças ao subsídio das operadoras. Indo direto para o varejo/usuário, a tendência é também haver uma mudança (distribuição, comunicação, etc.). Mas também… os fabricantes deixar de ser tão “fiéis” as operadoras, ou seja, para vender mais terão que embutir aplicações e conteúdo, que até hoje foi muito em parceria com as operadoras. Ou seja, a mudança não é tão “simples assim”. Veremos :)

Confesso que tenho muita resistência ao marketing da Oi. Tirando o “ligador”, personagem que considero bastante simpático, e aquelas crianças fofíssimas que falam “Oi” ao final dos anúncios, acho que a operadora, digamos, usa bastante maquiagem na hora de fazer seu marketing.

Exemplos: quando ela lançou a campanha do desbloqueio dos celulares, com aquele papo de que era a favor da liberdade do usuário, fiquei chocada com tamanha cara de pau, uma vez que 1) a operadora passou anos bloqueando celulares; 2) se não subsidia celulares, vender desbloqueado é fácil, certo? Porque para a operadora receber de volta o investimento que faz no subsídio dos celulares, ela precisa no mínimo de um período para garantir o retorno do investimento, e isso é feito através do tal plano de fidelidade. Não à toa a Anatel liberou o bloqueio dos aparelhos em caso de subsídio.

Mas confesso que fiquei surpresa com a notícia da TIM – a operadora decidiu passar a vender seus celulares desbloqueados, da mesma forma que a Oi, só que mantendo o subsídio. Atitude corajosa, porque os clientes de telefonia celular não costumam ser fieis…a não ser pelos aparelhos. Ou seja, se uma operadora me oferece um celular melhor, lá vou eu, troco fácil fácil, mas se o aparelho é desbloqueado e uma outra operadora oferece tarifas menores, saio rapidinho da primeira e vou para a segunda. O que, no jargão “telefônico”, é chamado de “churn”, quando o cliente sai de uma operadora e vai para outra, seja pelo motivo que for. E normalmente o motivo é o celular oferecido.

A TIM precisava mesmo de uma aposta dessas. Apesar de oferecer os celulares mais modernos e de ter bons planos e serviços, a operadora ainda tem uma aura de “velha, obsoleta, ultrapassada”. E não é. Enquanto isso, a Oi e sua eterna cara de pau continua sendo a “moderna”, mas segue investindo pouco nas novidades tecnológicas. Um exemplo? Só lançou o iPhone 3GS meses depois da concorrência. Muitos meses. E o 3G dela eu ainda nem tive coragem de testar, porque o Velox anda “baleiando” um bocado.

Seja da forma que for, a TIM também não pretende ficar no prejuízo – deve oferecer descontos na mensalidade para manter o cliente fiel, melhorar os serviços, tudo para aumentar o número de assinantes. Porque Vivo e Claro estão disparadas na frente, oferecendo os maiores subsídios e, sim, prendendo os clientes a contratos de fidelidade. Afinal, o que nós, clientes, preferimos – um preço menor no aparelho, uma tarifa mais justa, uma tecnologia e uma cobertura melhores?

Essa é a pergunta que eu faço a vocês: por que motivo vocês escolhem suas operadoras? Pelos aparelhos, pelo serviço, cobertura, marketing?

O sumiço é por uma boa causa: acabei de me mudar – depois de 16 anos morando em Niterói, mudei-me de mala, cuia e família para o Rio de Janeiro. O motivo? A necessidade de perder menos tempo no trânsito e ganhar mais qualidade de vida. Ficar mais tempo com o meu filho e, claro, escrever mais no meu blog querido, que anda tão largado.

Por falar em blog e em telefonia, acabei de devolver o N97 da Nokia e o Samsung Galaxy – ambos renderam colunas grandes no Fórum PCs e foram aprovados. No Galaxy, o destaque é o sistema Android, que melhorou um bocado, e o N97 é uma delícia por conter todo um universo de redes sociais ao alcance dos dedos.

Estou com um Nextel i856, que é da família Rokr da Motorola. Ou seja, é Nextel, é IDEN, mas foi criado para quem gosta de música. Além disso, é um modelo muito bonitinho, de flip e levinho. É sobre ele que vou falar em alguns dos novos posts que virão.