Levei o Samsung Galaxy, da TIM, para o meu trabalho hoje. E ficou todo mundo no maior frisson, querendo conhecer a nova versão do Android (para a maioria, a primeira experiência, porque só a maluca aqui testou o primeirão Android, o G1).
O pessoal adorou. Achou diferente. Quem usa iPhone estranhou por causa do touchscreen. Quem usa qualquer outro celular achou o máximo aquela coisa de arredar as abas e abri-las quando interessar. Eu já tinha essa noção de interface na cabeça porque isso não mudou desde a primeira versão do Android. Na verdade, muitas marcas têm explorado o uso dos Widgets “arrastáveis”, designação que eu mesma criei. E adorei. Mas não patenteei.
Continuo convicta de que é a maior maldade comparar qualquer outro celular com o iPhone e, por isso, fiz questão de “sair de mim” e levar o Galaxy para a galera que não tem experiência com o iPhone testar. E todo mundo adorou. E é isso que me importa.
Acho que a Samsung ainda ficou devendo – o touchscreen ainda é meio duro. Resistivo é uma coisa – duro é outra completamente diferente. Mas o que o Galaxy perde em agilidade ganha em praticidade – a Market Store (loja da Google nos moldes da App Store) é um sonho, e é tudo de graça. Imaginem entrar num supermercado de delícias e poder levar todos os itens para casa? É por aí…
Bem, esse é apenas o primeiro post sobre o novo Android que aportou por aqui. Ainda tenho muito a comentar.






