Levei o Samsung Galaxy, da TIM, para o meu trabalho hoje. E ficou todo mundo no maior frisson, querendo conhecer a nova versão do Android (para a maioria, a primeira experiência, porque só a maluca aqui testou o primeirão Android, o G1).

O pessoal adorou. Achou diferente. Quem usa iPhone estranhou por causa do touchscreen. Quem usa qualquer outro celular achou o máximo aquela coisa de arredar as abas e abri-las quando interessar. Eu já tinha essa noção de interface na cabeça porque isso não mudou desde a primeira versão do Android. Na verdade, muitas marcas têm explorado o uso dos Widgets “arrastáveis”, designação que eu mesma criei. E adorei. Mas não patenteei.

Continuo convicta de que é a maior maldade comparar qualquer outro celular com o iPhone e, por isso, fiz questão de “sair de mim” e levar o Galaxy para a galera que não tem experiência com o iPhone testar. E todo mundo adorou. E é isso que me importa.

Acho que a Samsung ainda ficou devendo – o touchscreen ainda é meio duro. Resistivo é uma coisa – duro é outra completamente diferente. Mas o que o Galaxy perde em agilidade ganha em praticidade – a Market Store (loja da Google nos moldes da App Store) é um sonho, e é tudo de graça. Imaginem entrar num supermercado de delícias e poder levar todos os itens para casa? É por aí…

Bem, esse é apenas o primeiro post sobre o novo Android que aportou por aqui. Ainda tenho muito a comentar.

Recebi da Nextel o aparelho i856, Motorola, que tem como peculiaridade o fato de ser slider. Sempre ouço que os planos da Nextel são ótimos mas os aparelhos, feios. Não concordo. Conheço o portfólio da Nextel o suficiente para saber que já há modelos bem atraentes. Um exemplo é o Motorola i856, que estou testando neste momento.

E tenho o prazer de anunciar que na próxima semana estaremos testando o Nokia N97 e o Samsung Galaxy, rodando Android, emprestado pela TIM.

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Estou muito empolgada em conhecer estes dois modelos em especial – um porque é a grande promessa a curto prazo da Nokia e, o outro, porque estive afastada do mundo dos Droids (só testei a primeira versão do sistema, rodando no G1).

Assim, acho que agora não temos mais motivos para ficar separados. Hoje mesmo vou postar alguma coisa sobre o novo Nextel. Já adianto que adoro o fato de ele ser slider (o tecladinho que se descortina é vermelhinho, uma graça).

Sim, eu sei. Dei uma desaparecida porque tive duas grandes viagens a trabalho e, por conta delas, mal pude aparecer por aqui. Mas vocês podem imaginar como fiquei formigando para comentar as novidades todas que, eu sei, este mercado doido apresentou enquanto estive fora.

Agora só se fala em Android e Motorola, é isso mesmo ou eu estive em Marte e não sei? Isso quer dizer que mesmo com seus N97, N97 Mini e N900, a Nokia não está conseguindo aparecer mais que os Droids da antiga rival número 1?

Por enquanto ainda não posso dar minha opinião sobre as novas versões do sistema Android (só o conheci rodando no G1, o primeirão), mas ando lendo muita coisa boa quanto aos modelos da Motorola. A mesma coisa não tem acontecido com os da Samsung.

Enquanto isso, convido-os a enfim metermos a mão na massa novamente e conhecer mais a fundo o Nokia N97, que está chegando pra eu testar.

Saudades de vocês, mas agora estou de volta.

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Meus amigos, fiz uma matéria bem completinha sobre o evento em Londres que pode ser acessada por este link: http://migre.me/arXK

O que mais posso dizer sobre o mundo Symbian? Que ele cresce e se organiza, através da melhoria dos kits de desenvolvimento e da criação de um diretório de aplicativos, visando a organizar melhor a bagunça.

A Symbian Foundation, por sua vez, também cresce a olhos vistos e agora tem 165 funcionários trabalhando in loco.. É um número impressionante, ainda mais num momento em que todas as marcas investem no desenvolvimento de lojas de aplicativos, usando Windows, Android e sistemas proprietários, que estão em baixa.

O Symbian continua sendo meu sistema operacional móvel preferido, apesar de ter cometido a loucura de comprar um iPhone. Confesso que fiquei babando pelo N97 e pelo N97 Mini, que conheci na loja Flagship da Nokia em Londres.

Nesta loja, tive o prazer de conhecer o Nokia N75 – o vermelhinho é de babar. Assim como tive a honra de dar uma boa navegada no N900, rodando Maemo (adaptação de Linux).

Meus amigos, como contei abaixo, estou em Londres, para o Symbian Exchange and Exposition (SEE2009), a convite da Nokia. Ja vou logo avisando que o teclado ingles nao me permite usar acentos – quer dizer, eu nao sei configurar. Assim, vai sem acento mesmo.

Nao sei se voces estao acompanhando, mas estou twittando direto daqui (tudo aparece no aplicativo ai ao lado, mas voces podem acompanhar direto do twitter.com/elismonteiro), contando alguns pequenos trechos do evento.

Ontem a abertura foi feita pelo Lee Williams, o todo poderoso da Symbian Foundation, que esta muito animado com o crescimento do uso do Symbian (sim, esta crescendo, apesar do iPhone e ate do Maemo, sistema adaptado do Linux que a Nokia adotou no N900, novo celular que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente anteontem).

Como nao da tempo de escrever um post sobre cada assunto, estou colhendo material e na volta atualizo o blog separando os assuntos. Vale dizer, no entanto, que a Nokia continua muito, muito envolvida com a comunidade Symbian e continua sendo a principal patrocinadora do sistema. E do evento, ao lado da Qualcomm.

E nao, a mensagem que ela esta passando aqui eh que nao pretende abandonar um sistema que, segundo ela, esta dando muito certo. Tenho todos os numeros de devices rodando Symbian e do crescimento da adocao do sistema, assim como do numero de desenvolvedores trabalhando, ao redor do mundo, para criar milhares de aplicativos para Symbian.

Diz Lee Williams que ele sonha com o dia em que nao havera lojas especificas de fabricantes vendendo aplicativos, mas que cada desenvolvedor possa criar sua propria lojinha e ganhar dinheiro vendendo direto ao publico. Tambem gostei da ideia.

Depois conto mais. Ha muito pra conversarmos. Agora preciso assistir as palestras do dia.

Ah, o tempo em Londres esta otimo (oba!) e choveu so uma vez desde domingo – hoje eh quarta. Volto para o Brasil na quinta a noite.

Vocês podem até achar que eu deixei de gostar da Nokia por conta da adesão ao mundo iPhone. Mas isso não é verdade. Continuo fãzoca não só da Nokia como do Symbian, sistema operacional móvel que ela abraça com tanto prazer.

Gosto tanto que estou indo nesta sexta-feira para Londres, participar, a convite da Nokia, do Symbian Exchange and Exposition 2009, evento sobre o assunto que vai durar três dias e vai apresentar as novidades no mundo Symbian – novos aplicativos, novas roupagens, etc e tal.

Assim, teremos muita coisa boa para contar. Ainda mais agora, com toda essa efervescência de Android, Windows Phone no Brasil, Motorola, lançamentos LG e Samsung… o mercado anda agitado e até para quem respira isso fica difícil acompanhar.

Ou mais um Futurecom, como vocês preferirem. Amanhã, em São Paulo, começa mais uma edição de um dos meus eventos preferidos. Ainda não achei um espaço na minha agenda, que anda uma loucura, mas me inscrevi e ainda estou na expectativa de poder dar uma passadinha por lá.

O que podemos esperar desta edição? Vou ser muito sincera: acho que as operadoras estão apostando muito nos grandes eventos que vêm por aí: eleição para Presidente da República, Copa do Mundo, Olimpíadas de 2016. Isso deve motivar muitas da conversas de bastidores que estarão presentes no evento.

Também acho que a chegada do Android no Brasil deve dar o que falar. E a TIM e a Samsung e a Motorola devem chegar com tudo. Ao mesmo tempo, a máquina da Nokia não para, assim como o crescimento da LG, que corre por fora oferecendo o melhor que se pode buscar hoje em termos de sistema operacional de código fechado.

E ainda é muito. Vide o caso da Microsoft e seus Windows Phone, que chegam por aí pelas mãos da Samsung, que lançou o Omnia II sobre o qual comentamos aí abaixo. Mas já não havia celulares rodando Windows Mobile? Sim, mas os Windows Phone entregam um “que” a mais. Um aplicativo mais personalizado, uma experiência mais customizada. Mas não é a mesma coisa que apenas rodar Windows Mobile.

Vamos (tentar) acompanhar a Futurecom e acho que teremos muito assunto pra conversar.

Nem vou pedir desculpas pelo sumiço – tenho tentado atualizar pelo menos o Twitter, que fica pipocando aí do lado. Pelo menos para vocês verem que ando acompanhando o mercado, apesar da falta de tempo.
Mas deixa quieto. O que me chamou a atenção esta semana foi o anúncio do Samsung Omnia II. Conheço a primeira versão do modelo e acho bem interessante. Se bem que depois dele muita coisa foi lançada e chegou mesmo a hora de a Samsung atualizar o portfólio.

Samsung Omnia II_ i8000 (2)

Vamos saber então um pouco mais sobre o Omnia II? Como o antecessor, ele é touchscreen e é o primeiro da família WindowsPhone lançado pela Samsung no Brasil. Roda Windows Mobile 6.5 e, a reboque, o Outlook Mobile, versão pocket do programa de email da Microsoft. O diferencial é que ele permite acesso remoto não só às mensagens mas também ao calendário, agenda, contatos, tarefas, etc.

Outra novidade é o “Windows Market Place”, uma loja virtual de aplicações Windows, e a “MyPhone”, uma aplicação para backup total do aparelho via internet. Traz também o Microsoft Office Mobile, que permite acesso e edição de documentos Office.

A tela é AMOLED full touch screen de 3,7 polegadas, com interface 3D (o que a torna bem mais interessante). O aparelho tem Bluetooth, Wi-Fi, é HSDPA 7.2 Mbps e HSUPA 5.6 Mbps e oferece GPS integrado.

Samsung Omnia II_ i8000

A câmera é de 5 megapixels, com agregados como a função Smile Shot (acompanha a face e dispara automaticamente a foto ao detectar um sorriso), Panorama Shot (permite tirar fotos sequenciais), Action Shot (permite fotografar em movimento) e Mosaic Shot (permite combinar grupos de imagens em uma foto).

A Samsung também apostou nos jogos 3D com sensor de movimento e no suporte aos principais formatos de áudio e vídeo, com gravação e reprodução em qualidade de DVD (480p), edição de imagens e inserção de legendas.

Goste muito de saber também que o aparelho traz como adicional o simpático browser Opera 9.5, com gerenciamento simples e avançado de histórico e bookmarks e função que adapta as páginas da Web à tela do aparelho e zoom com apenas um toque.

Por último, a memóia interna do Omnia II é de 8GB, expansível por cartão MicroSD de até 32GB e autonomia de conversação de 10 horas (430hs em stand by).

Ah sim: o preço é R$ 1.599.

Diante de tantas ofertas, andei fazendo uma viagem lá no Fórum PCs. Afinal, o que se busca hoje em termos de telefonia móvel? Será que um GPS é assim tão importante, assim como um Bluetooth full, ou seja, todas essas coisas que avaliamos ao escolher um aparelho e, muitas vezes, acabamos nunca usando?

A tal viagem resultou em duas enormes colunas, que convido vocês a ler: a primeira se chama “Como você escolhe seu celular?” e, a segunda, “O que se busca num celular: as respostas“.

blackberry-8520

Espero que vocês estejam acompanhando meu Twitter – como é mais simples de publicar, acabo passando informações em tempo real diretinho lá e, assim, fica mais fácil pelo menos (tentar) manter vocês mais atualizados em relação a esse mercado muito, muito animado.

Mas é o seguinte: a Vivo e a BlackBerry (leia-se RIM) anunciaram hoje o lançamento, em São Paulo, do Curve 8520, que pode ser chamado de “o primeiro Blackberry popular do mercado”. Como assim “popular”? A questão é que tanto a Vivo quanto a BB têm o firme propósito de educar o mercado e ensiná-lo a usar receita de dados – leia-se internet, email, SMS/MMS, download de aplicativos, etc.

O que faltava? Um aparelho bem mais barato e, de quebra, um plano “light” de assinatura. Assim nasceu o plano BIS Light para pessoas físicas (via Vivo), que cobra R$ 49,90 por uso ilimitado de email + ilimitado de mensagens instantâneas. O que isso quer dizer? Que a Vivo quer disseminar o uso de email+ SMS/MMS – hoje, ela é a que tem maior receita de dados do mercado – 12,6% da receita total da operadora.

Já já falamos do aparelho…