Nada de Linux, Windows Mobile, Android ou Symbian: a Samsung optou por um sistema operacional próprio, batizado de BADA. O anúncio foi feito durante o Mobile World Congress, em Barcelona, a disneylândia da telefonia que já tive o prazer de cobrir nos meus tempos de repórter.

A princípio, a decisão da Samsung parece estranha, ainda mais num momento em que o mercado pensa na adoção em massa de um mesmo sistema, visando a facilitar a vida dos usuários e, claro, ajudar os desenvolvedores a focarem suas forças num sistema só.

Mesmo assim, a Samsung segue adiante com sua estratégia. Durante o Mobile World Congress, o vice-presidente do centro de soluções de mídia da Samsung, Ho Soo Lee, chegou a dizer, em sua palestra, que quando um fornecedor com a escala da Samsung coloca no mercado milhões de handsets com o mesmo sistema operacional, não está criando fragmentação, mas sim um padrão. “Nós não somos uma ilha”, disse ele.

O mercado, no entanto, não concorda. E estuda a padronização dos sistemas, sendo o Android o mais cotado para ser o tal padrão. Mas não pensem que não há resistências. Não é só a Samsung que está propondo um sistema próprio, que pretende tornar padrão. Nokia e Intel também se uniram em torno de uma nova plataforma – falaremos dela em outro post.

Samsung_Wave_GT-S8500_Baixa

A Samsung aproveitou o Mobile World Congress, que está acontecendo em Barcelona, para apresentar seus novos modelos de celular. O primeiro se chama Wave (S8500) e é um smartphone full touch screen super AMOLED. Traz uma função chamada Social Hub, que integra todos as redes sociais, e-mails e mensagens instantâneas no aparelho.

O modelo, possui plataforma BADA (vamos falar mais sobre ela) e processador de 1GHz. A câmera é de 5 megapixels com flash LED, e o modelo traz ainda recursos como navegação via GPS, Wi-Fi e possibilidade de acesso à internet em 3G.

Outro modelo é o Monte (S5620, o da foto), com interface intuitiva TouchWiz 2,0 Plus User Interface (UI) e acesso a redes sociais como Facebook e MySpace. A câmera é de 3,2 megapixels, tem GPS compatível com o Google Latitude, Wi-Fi e memória de 200MB e possibilidade de ampliar para até 16GB por meio do cartão microSD.

A Samsung também apresentou um modelo de Netbook, o N150, HSPA 3G e com acesso Wi-Fi (vai se tornar comercialmente disponível com LTE de acordo com a demanda do mercado). O LTE é um diferencial que oferece velocidades muito superiores, baixa latência e maior conectividade. O N150 tem tela de 10,1 antirreflexo LED e bateria com duração de até 8,5 horas.

Um celular ecofriendly que é ainda um excelente aparelho e não apenas um “conceito”? Pois é. A Samsung anunciou, enfim, o lançamento no Brasil de seu celular ecológico mais famoso. Trata-se do Samsung Blue Earth, revelado ao mundo no início do ano. Desenvolvido com plástico reaproveitado de garrafas PET (o que ajuda a reduzir as emissões de carbono e óleo usados na fabricação de aparelhos convencionais), o aparelho é, pasmem, full touch.

O melhor do Blue Earth, no entanto, é que ele é carregado por energia solar, através de um painel localizado na parte traseira do aparelho, que gera energia suficiente para que o usuário faça ligações a qualquer momento e em qualquer lugar. Cada hora de carregamento solar pode gerar até duas horas de funcionamento em modo stand by e 16 minutos de conversação (2,5G), economizando gastos com eletricidade. Além disso, um alarme indica ao usuário que é hora de desconectar o carregador da tomada. Ah sim: a embalagem, claro, também é feita de papel reciclado.

Samsung Blue Earth_front

A interface traz um perfil “Eco”, que ajusta automaticamente o aparelho para economizar mais energia (diminuição de brilho, tempo de backlight, meios de conectividade, etc). O Blue Earth também traz o tal “Pedômetro Ecológico”, aplicativo que incentiva o usuário a andar mostrando o quanto a emissão de CO2 é reduzida e quantas árvores são salvas ao não usar meios de transporte convencionais. Outro aplicativo Ecofriendly chama-se “Calendário Ecológico” e informa o usuário sobre as datas importantes para o planeta e o meio ambiente.

O aparelho tem visor TFT LCD de 3 polegadas, traz câmera de 3 megapixels (com a função de detector de sorrisos), um serviço de identificação de músicas e acesso rápido a redes sociais através dos “Online Widgets”. A Samsung aposta também no upload descomplicado de fotos para blogs (Share Pix) e GPS, por meio de conexões 3G e Wi-Fi.

O preço é R$ 949.

Levei o Samsung Galaxy, da TIM, para o meu trabalho hoje. E ficou todo mundo no maior frisson, querendo conhecer a nova versão do Android (para a maioria, a primeira experiência, porque só a maluca aqui testou o primeirão Android, o G1).

O pessoal adorou. Achou diferente. Quem usa iPhone estranhou por causa do touchscreen. Quem usa qualquer outro celular achou o máximo aquela coisa de arredar as abas e abri-las quando interessar. Eu já tinha essa noção de interface na cabeça porque isso não mudou desde a primeira versão do Android. Na verdade, muitas marcas têm explorado o uso dos Widgets “arrastáveis”, designação que eu mesma criei. E adorei. Mas não patenteei.

Continuo convicta de que é a maior maldade comparar qualquer outro celular com o iPhone e, por isso, fiz questão de “sair de mim” e levar o Galaxy para a galera que não tem experiência com o iPhone testar. E todo mundo adorou. E é isso que me importa.

Acho que a Samsung ainda ficou devendo – o touchscreen ainda é meio duro. Resistivo é uma coisa – duro é outra completamente diferente. Mas o que o Galaxy perde em agilidade ganha em praticidade – a Market Store (loja da Google nos moldes da App Store) é um sonho, e é tudo de graça. Imaginem entrar num supermercado de delícias e poder levar todos os itens para casa? É por aí…

Bem, esse é apenas o primeiro post sobre o novo Android que aportou por aqui. Ainda tenho muito a comentar.

Nem vou pedir desculpas pelo sumiço – tenho tentado atualizar pelo menos o Twitter, que fica pipocando aí do lado. Pelo menos para vocês verem que ando acompanhando o mercado, apesar da falta de tempo.
Mas deixa quieto. O que me chamou a atenção esta semana foi o anúncio do Samsung Omnia II. Conheço a primeira versão do modelo e acho bem interessante. Se bem que depois dele muita coisa foi lançada e chegou mesmo a hora de a Samsung atualizar o portfólio.

Samsung Omnia II_ i8000 (2)

Vamos saber então um pouco mais sobre o Omnia II? Como o antecessor, ele é touchscreen e é o primeiro da família WindowsPhone lançado pela Samsung no Brasil. Roda Windows Mobile 6.5 e, a reboque, o Outlook Mobile, versão pocket do programa de email da Microsoft. O diferencial é que ele permite acesso remoto não só às mensagens mas também ao calendário, agenda, contatos, tarefas, etc.

Outra novidade é o “Windows Market Place”, uma loja virtual de aplicações Windows, e a “MyPhone”, uma aplicação para backup total do aparelho via internet. Traz também o Microsoft Office Mobile, que permite acesso e edição de documentos Office.

A tela é AMOLED full touch screen de 3,7 polegadas, com interface 3D (o que a torna bem mais interessante). O aparelho tem Bluetooth, Wi-Fi, é HSDPA 7.2 Mbps e HSUPA 5.6 Mbps e oferece GPS integrado.

Samsung Omnia II_ i8000

A câmera é de 5 megapixels, com agregados como a função Smile Shot (acompanha a face e dispara automaticamente a foto ao detectar um sorriso), Panorama Shot (permite tirar fotos sequenciais), Action Shot (permite fotografar em movimento) e Mosaic Shot (permite combinar grupos de imagens em uma foto).

A Samsung também apostou nos jogos 3D com sensor de movimento e no suporte aos principais formatos de áudio e vídeo, com gravação e reprodução em qualidade de DVD (480p), edição de imagens e inserção de legendas.

Goste muito de saber também que o aparelho traz como adicional o simpático browser Opera 9.5, com gerenciamento simples e avançado de histórico e bookmarks e função que adapta as páginas da Web à tela do aparelho e zoom com apenas um toque.

Por último, a memóia interna do Omnia II é de 8GB, expansível por cartão MicroSD de até 32GB e autonomia de conversação de 10 horas (430hs em stand by).

Ah sim: o preço é R$ 1.599.

É fato consumado: a TIM será a primeira operadora a vender celulares com o sistema operacional Android no Brasil (lembrando que o G1, que eu testei, não foi lançado aqui).

A operadora vai trabalhar com vários modelos, mas o primeiro será o Samsung I7500L, mais conhecido pela Europa como Galaxy. A Anatel homologou o modelo no último dia 20 de julho e ele será o primeiro da marca no Brasil a levar o sistema operacional Android.

O anúncio oficial será feito em alguns dias.

Samsung StarTV_i6220

E chega ao mercado mais um modelitcho da Samsung com TV Digital. O aparelho é full touch screen e se chama StarTv i6220, com interface voltada à experiência com a TV Digital.

O StarTv é o terceiro modelo oferecido pela marca com TV. A empresa já pensa, claro, na Copa do Mundo da África do Sul, no ano que vem. E pode mesmo ser uma aposta interessante.

O aparelho traz uma bossa interessante: permite gravar, no cartão de memória, trechos de programas de TV para assisti-los posteriormente. Traz ainda navegação intuitiva e conexão às redes sociais, com o serviço Share Pix/Communities (upload automático de fotos para os principais blogs da internet com um simples toque ou comando no celular), e acesso aos Online Widgets (pequenas aplicações Web com atualização em tempo real dos mais diversos conteúdos: bolsa de valores, previsão do tempo, notícias, sites de busca etc).

O modelo tem câmera de 3.2 megapixels e funções Face Detection (que identifica rostos na imagem projetada no visor, mesmo em movimento, e melhora a exposição com retratos nítidos e iluminados) e Smile Shot (que acompanha a face da pessoa, detecta o sorriso, e automaticamente dispara a foto).

Traz ainda MP3 Player, rádio FM e Google Maps instalado, além de Bluetooth. No pacote vem fone de ouvido estéreo, cabo USB e cartão de memória microSD de 1GB. Estará disponível no mercado ainda no mês de agosto. Preço? R$ 899. Bom, né?

Meus amigos, a Samsung resolveu apostar, agora, no processamento mais veloz de seus aparelhos. Por isso, lançou o Jét, modelo touchscreen com tela AMOLED (aquela mais brilhante) e processador de 800MHz, ou seja, quase o dobro do que a maioria dos processadores de smartphones de outras marcas usa.

jet

Essa é a grande sacada do produto, que deve chegar no Brasil custando algo em torno de R$ 1.599.

Ele é 3G, tem Wi-Fi, tela de 3.1 polegadas e o fato de ser AMOLED significa que o visor fica mais brilhante e bonito (o Nokia N85 também usa).

E o que, na prática, muda com um processador mais rápido? Que você vai conseguir abrir vários aplicativos ao mesmo tempo e ter acesso mais veloz às funções, o que acaba fazendo diferença para aqueles que tiram o maior proveito do aparelho.

O Jét não usa multitouching, como o iPhone, mas traz uma nova tecnologia chamada “one finger zoom”, ou seja, o zoom feito com apenas um dedo. Pode ser usado na navegação entre as fotos, nos documentos visualizados e no navegador de internet.

O sistema operacional não é mais o Windows Mobile (que roda no Omnia) e o aparelho usa interface Touchwiz 2.0. Traz navegador de mapas (incluindo o Google Maps) e o GPS traz integrada a inovadora função Geotagging, aquela que identifica onde as fotos foram feitas, com base no GPS.