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Vivo x Nextel:briga boa!
Essa sim é uma briga boa: enquanto a Nextel prepara o lançamento de seus serviços de telefonia celular usando a recém-adquirida licença 3G, a Vivo ataca o principal diferencial da Nextel – o rádio com conexão direta e ilimitada. A operadora líder lançou, hoje, seu serviço Vivo Direto, nada mais nada menos que o push to talk sobre 3G e não sobre IDEN (tecnologia adotada pela Nextel). Trata-se de um sistema que modula e estabelece os timings de comunicação.
A Vivo está apostando nas tarifas e também nos preços dos aparelhos (a partir de R$ 99, contra R$ 299 no mínimo pela Nextel, isso de acordo com a Vivo). O serviço sai por R$ 29,90 mensais, sem um centavo a mais – lembrando que este valor é apenas para o plano de rádio (o Vivo Direto), mas o cliente precisa ter um plano de voz.
A Vivo começa o serviço – por enquanto, apenas no Rio, em Porto Alegre e em Curitiba, no segundo semestre nos outros locais – oferecendo quatro aparelhos habilitados: o BlackBerry Curve 9300, o LG GU 295, o Nokia 2710 e o Alcatel OT-900, todos com câmera de mais de 2 megapixels (o que não quer dizer muita coisa, mas vá lá).
Estamos testando o serviço com o Alcatel e com o Blackberry e a primeira impressão é boa – o barulhinho é novo (dá para não usá-lo e nunca vamos nos cansar de lembrar isso), o serviço é simples e não há delay. Diferentemente do que acontecia com serviço parecido lançado pela Vivo e pela Claro em 2005 e que não decolou justamente porque havia uma lentidão incômoda. Agora, a tecnologia é EDGE/3G e é instantânea. É claro que conta a favor da Vivo o fato de ter uma cobertura infinitamente maior: 3.663 municípios,contra 385 da Nextel, já que toda a base Vivo está usando ou EDGE ou 3G.
Hoje me perguntaram no Twitter se o intuito da Vivo é chegar firme e forte na classe C com o lançamento do serviço. A Vivo não tem nada de boba e não foi à toa, portanto, que chegou aos seus quase 64 milhões de usuários. É claro que lançar o serviço no Rio, neste momento de retomada de comunidades importantes, faz todo sentido. Mas disse Paulo César Teixeira, presidente da Unidade de Mercado Individual daVivo, que a operadora também mira no segmento corporativo e no público jovem. Afinal, todos preferem planos sobre os quais tenham controle absoluto, sem surpresas no fim do mês.
Para quem espera lançamento do serviço para Android, pode ser que no ano que vem aconteça. Mas para usuários de iPhone, bem, como sempre estarão de fora. E quanto ao roaming internacional, outro trunfo da Nextel, Paulo Cesar disse que a operadora está estudando a viabilidade de roaming com países que contam com serviços da Telefonica, mas que ainda não há nada concreto.
Próximo teste: i1, Android Nextel

Meus queridos, seguindo os testes, vamos receber hoje o i1, primeiro Android push-to-talk (Nextel) a chegar no país. Vamos ver como o sistema operacional se comporta no Nextel?
Olha ele aí na foto…
Muitos novos testes
Recebi da Nextel o aparelho i856, Motorola, que tem como peculiaridade o fato de ser slider. Sempre ouço que os planos da Nextel são ótimos mas os aparelhos, feios. Não concordo. Conheço o portfólio da Nextel o suficiente para saber que já há modelos bem atraentes. Um exemplo é o Motorola i856, que estou testando neste momento.
E tenho o prazer de anunciar que na próxima semana estaremos testando o Nokia N97 e o Samsung Galaxy, rodando Android, emprestado pela TIM.

Estou muito empolgada em conhecer estes dois modelos em especial – um porque é a grande promessa a curto prazo da Nokia e, o outro, porque estive afastada do mundo dos Droids (só testei a primeira versão do sistema, rodando no G1).
Assim, acho que agora não temos mais motivos para ficar separados. Hoje mesmo vou postar alguma coisa sobre o novo Nextel. Já adianto que adoro o fato de ele ser slider (o tecladinho que se descortina é vermelhinho, uma graça).


