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Mercado fixo em fase efervescente

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Regis Thomé , especial para o Telefonia etc
A Vivo lançou esta semana, no Rio de Janeiro, seu serviço de telefonia fixa. A empresa, que já oferece o serviço em São Paulo através da Telefônica, passa a disponibilizar linhas fixas através de sua rede celular. O Vivo Fixo (serviço de voz) e o Vivo Box (telefonia fixa, internet e Wi-Fi) são os primeiros produtos lançados pela Vivo após a compra de espectros de frequência no leilão realizado pela Anatel em dezembro. O serviço foi lançado primeiramente em Porto Alegre (06/10), chega ao Rio de Janeiro agora e será expandido gradualmente para o restante do país. 
VivoFixo Mercado fixo em fase efervescente
A Vivo deverá lançar preços bastante competitivos em ligações dentro da sua própria rede, o que pode ser bastante interessante, por exemplo, para quem necessita ligar para São Paulo, onde a empresa detém 69,6% do mercado de telefonia fixa.

Dentre outros motivos, a Vivo escolheu o Rio de Janeiro porque é líder no mercado de voz (33%) e de dados (52%), perfazendo no estado uma participação superior a média nacional (29% voz /43% dados). A cobertura da rede atinge 98% da população do estado, sendo que 78 municípios já contam com cobertura 3G.

Outro ponto enfatizado pela Vivo é que a empresa é líder nos indicadores de qualidade da Anatel (100% das metas cumpridas), além de cobrir 3.680 municípios brasileiros, sendo 1.550 com rede 3G. A meta é chegar a 2.900 cidades com cobertura 3G até meados de 2012.

O grupo Telefônica concluiu recentemente o processo de integração da Vivo. Em julho de 2010, a Telefônica comprou 30% das ações da Vivo da Portugal Telecom, ficando com 60% dos ativos da empresa e, em seguida, partiu em busca do restante no mercado de ações. Segundo informou o presidente Antonio Carlos Valente, a marca Telefônica será abandonada até meados de 2012 ficando apenas a marca Vivo representando todos os serviços da empresa, inclusive em São Paulo.

O Vivo Fixo oferece um aparelho similar a um telefone sem fio comum, mas que recebe e envia SMS e possui serviços gratuitos, tais como identificador de chamadas e caixa postal. Já o Vivo Box integra o serviço de voz, e internet banda larga wi-fi (3G) numa única caixinha permitindo extensão na casa e integração com PABX e POS. O aparelho da linha fixa possui mobilidade restrita, já que funciona num raio determinado a partir do endereço do assinante. 
VivoBox Mercado fixo em fase efervescente
O sinal 3G do Vivo Box tende a ser melhor que o do modem comum pelo fato de ter melhor antena e estar parado num endereço pré-determinado. Todavia, logicamente a velocidade da internet não é passível de ser comparada com a banda larga tradicional cabeada (DSL ou cabo) pela própria natureza do serviço móvel 3G. Assim sendo, a grande aposta da empresa com o Vivo Box é levar a banda larga a locais nos quais a banda larga cabeada não chegou. Paulo César Teixeira, diretor da Vivo, citou a grande demanda por serviços 3G que ocorreu no Complexo do Alemão após a reestruturação da rede da Vivo. 

Com esse lançamento a Vivo, aposta na convergência, que tem sido a tendência do mercado (vide Claro + Embratel + Net, por exemplo). Ficou também claro que a Vivo pretende, num futuro próximo, passar a oferecer também o serviço de TV por assinatura através da TVA, da qual é a dona.

Brasil: telefonia móvel só faz crescer

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Quando a gente pensa que a telefonia pessoal no Brasil não tem mais como crescer, chegam números que comprovam que o brasileiro é mesmo chegado num celular: o mês de maio registrou 2.945.406 de novas habilitações, um crescimento de 1,63% em relação a abril deste ano, de acordo com números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O Brasil chega, assim, a 183.710.844 de acessos do Serviço Móvel Pessoal (SMP), uma densidade de 95,26 acessos por 100 habitantes (um crescimento de 1,56% em comparação com abril).

Ou seja, é um mercado francamente em expansão, mesmo que os celulares tenham chegado à quase totalidade da população (em números totais) e a uma densidade de primeiro mundo.


Mercado de celular no Brasil só cresce

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Números fresquinhos da Anatel: o Brasil possui, hoje, mais de 179 milhões de acessos móveis. Com 2.338.763 de habilitações em março (crescimento de 1,32% em relação a fevereiro), o Brasil chega a 179.109.801 de acessos do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e densidade de 93,01 acessos por 100 habitantes (crescimento de 1,84% sobre o mês anterior). O crescimento no terceiro mês do ano e no primeiro trimestre são os maiores da série histórica.

A notícia nos mostra que celular já é tão fundamental na vida das pessoas quanto a televisão. Como amante incondicional deste mercado, confesso que já imaginava que isso aconteceria. Daqui a pouco teremos uma densidade de 100 acessos por 100 habitantes, ou seja, mesmo que a maioria dos planos seja pré-pago – do total de acessos, 147.730.397 (82,48%) são pré-pagos e 17,52% são pós – pelo menos as pessoas estão se falando.

Das grandes operadoras, a Vivo continua líder absoluta do mercado – tem 53.949.131 de acessos e 30,12% de participação do mercado; em segundo lugar vem a Claro, com 45.583.222 de acessos e 25,45% de mercado; a TIM tem 42.368.249 de acessos e 23,65% do mercado; a Oi tem 36.555.120 de acessos e 20,41% do mercado.


Agora sem fio MESMO!

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Meus amigos, agora posso dizer que faço parte do time dos felizes usuários de produtos 100% mobile – nada mais de fio me prende. Hoje, dei fim no meu Velox e parti para a nova experiência do 3G via modem USB.

Até o momento, estou tão feliz que nem me aguento. O produto adotado foi o modem Vivo 3G com TV Digital, que a FRM (meu trabalho) me cedeu e sem o qual não passarei nenhum minuto a mais. A conexão é estável (o Velox caía de meia em meia hora) e em menos de dez segundos ela começa a funcionar.

É claro que não tenho a pretensão de achar que vou conseguir baixar todos os episódios de Lost usando uma conexão que nem é banda larga (meu mantra: banda larga é só a partir de 2Mbps), mas para o dia-a-dia funciona. Espero que a lua-de-mel não acabe porque estou mesmo feliz.

A sensação que eu tinha com o Velox era de que estava navegando a 100Kbps, 200Kbps no máximo; com esse modenzinho, estou sentindo que passo dos 500Kbps, o que é um salto sensível, ora se não é!

Eu já estava feliz usando o meu iPhone 3GS (Vivo também) como modem 3G. O problema é que a bateria (do iPhone, porque do netbook, Asus EEE, dura horas) vai para o espaço muito rápido e passei a precisar carregar o cabo USB do iPhone por aí.

Aliás, estou devendo um post sobre o tethering do iPhone. É que ando tão empolgada com as novidades do blog que vêm por aí que me foquei nisso e fiquei segurando. Mas acho que podemos adiantar numa boa e carrego o conteúdo debaixo da asa, para onde quer que eu vá.


Banda larga móvel de 84Mbps?

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É isso mesmo. Mas não no Brasil, pelo menos não no médio prazo – a esperança do longo prazo existe, confesso. Essa velocidade está disponível apenas para os dinamarqueses e suecos. Em seus países, as redes da operadora 3 Scandinavia passaram de 21Mbps (o que já era um sonho) para 84Mbps, o que a coloca no patamar de a rede de banda larga móvel mais veloz do mundo.

Isso permite acesso a aplicações de internet como redes sociais, jogos online e videoconferência. A modernização de rede foi feita pela operadora 3 Scandinavia com o objetivo de atender a uma demanda cada vez maior de usuários por serviços de banda larga móvel.

A Ericsson foi a empresa contratada para implementar o salto de velocidade, através de uma rede HSPA Evolution já existente, além da implementação de nova rede de rádio WCDMA/HSPA de 900MHz.

Enquanto isso, as operadoras de telefonia móvel no Brasil nem falam de velocidade, porque teriam que admitir que ela é baixa demais. E nem é banda larga.


Banda larga: para Anatel está tudo ok

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Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), 88% dos municípios brasileiros têm infraestrutura de banda larga e 43 mil escolas estão conectadas.

Os dados foram apresentados durante reunião de representantes da Casa Civil, dos ministérios da Educação, das Comunicações e do Planejamento e das concessionárias de telefonia fixa. O assunto era o cumprimento das metas relacionadas à instalação de backhaul (infraestrutura de rede de serviços de telecomunicações) nos municípios e de banda larga nas escolas públicas urbanas.

De acordo com dados apresentados na reunião, todas as empresas informaram que cumpriram as metas de instalação de backhaul previstas para dezembro de 2009, a serem fiscalizadas pela Anatel. Dessa forma, 2.772 municípios (20 a mais do que o previsto) passaram a contar com o benefício. Dos 5.564 municípios brasileiros, apenas 2.125 possuíam estrutura de banda larga em abril de 2008, quando da publicação do Decreto 6.424, de 7 de abril de 2008.

Agora é esperar para ver o prosseguimento das ações e a consequente fiscalização da Anatel. E saber se essa banda larga que está chegando tem qualidade ou serve apenas para engrossar os números.


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