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Motorola Defy, o “inquebrável”

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Terminando a série Motorola, mais um modelo fresquinho lançado pela Motorola é o Defy. Antes de qualquer coisa, vale dizer que ele é o mais resistente aparelho que já tivemos o prazer de conhecer. Tudo porque usa a chamada Gorilla Glass, tela altamente resistente que é capaz de aguentar chaves, socos e adversidades de todos os tipos. E olha que tentamos: enfiamos uma chave com toda a força na tela e…nada!

defy 300x178 Motorola Defy, o inquebrável

A tela com Gorilla Glass é perfeita para quem tem gatos espertos e para as mulheres que usam bolsas que carregam de um tudo (como a nossa). Suporta água, poeira, chuvas, bebida derramada e quedas na areia (perfeito para a praia, mas a Motorola nada falou sobre banhos no mar). A tela é grande como a do Milestone 2 – tem 3.7 polegadas, o que a torna extremamente confortável para a navegação na internet.

O Defy também usa interface MotoBlur, suporta Adobe Flash Player, usa a tecnologia CrystalTalk Plus com dois microfones inteligentes capazes de eliminar ruídos de fundo durante as ligações. Sim, os smartphones também fazem ligações de voz…

Mais uma novidade interessante do Defy é o Connected Media Player, aplicativo que não só é capaz de reconhecer as músicas tocadas no ambiente como encontrar, comprar e baixá-las a partir do próprio aparelho. O aparelho também traz instalada a loja de aplicativos Market, que hoje já soma mais de 80 mil aplicativos, widgets e jogos, além do pacote básico do Google.

O preço do Defy para o mercado brasileiro é de R$ 1.399 (desbloqueado e sem subsídios).


Vamos falar do Motorola Quench?

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motorola QUENCH white Vamos falar do Motorola Quench?Depois do teste do Dext, chegou a vez de comentarmos o Motorola Quench, modelo que está comigo para testes e também é muito simpático.

Pra começo de conversa, vale dizer que  os dois são bem diferentes, apesar de rodarem o mesmo sistema operacional: Android. O Quench me parece “mais feminino”, mas a sensação pode ser efeito da capinha vermelha que veste o modelo que chegou pra eu testar. Para os homens (ou mulheres, digamos, mais sóbrias), no entanto, no kit vem uma capa sobressalente, em cor mais “solene” – um cinza bem discreto.

O Android (1.5, vulgo Cupcake), travestido de interface MotoBlur, transforma a navegação numa experiência muito simples. O touchscreen, capacitivo, é gostoso de mexer e se assemelha muito ao do iPhone, tirando o multitouching, que o Quench não tem.

O Quench também tem acelerômetro, ou seja, a tela “roda” da vertical para a horizontal, de forma um pouco mais lenta que o iPhone, mas nada que incomode.

O modelo tem Wi-Fi, Bluetooth (que não permite troca de arquivos, infelizmente), geo-tagging (marcação de imagens pela localização) e rádio FM stereo. O chip (Qualcomm) é de 528MHz, ou seja, não é dos mais rápidos do mercado, mas também não pode ser considerado lento. Traz cartão microSD de 2GB no pacote (expansível para até 32GB) e GPS, como não podia deixar de ser. Ou seja, ele tem tudo o que a maioria dos celulares têm, e isso é bom. Principalmente porque ele é voltado para a massa – não é um high end, embora tenha todas as funções de um.

O pacotão Google, comum nos modelos Android, dá uma agradável sensação de familiaridade – estão lá o Google Maps, o YouTube, o GTalk, o Gmail e a busca Google.

A câmera é excelente – dá um banho na do iPhone 3GS – é de 5 megapixels, com autofocus, flash LED e grava vídeos. Depois que a imagem é capturada, há um ícone à disposição na tela para compartilhamento imediato – seja para Picasa, e-mail (e Gmail), mensagem multimídia e compartilhamento de fotos Motoblur.

A tela inicial é menos poluída que a do Dext – mas também permite acesso rápido a redes sociais, contatos, navegador, etc. O usuário, aliás, tem plena liberdade para configurar a página inicial (desktop) do aparelho, escondendo ou abrindo todas as funções através da aba retrátil. E não precisa ser um gênio para fazer isso, basta clicar (logo de cara) em “novidades” e configurar o que se deseja ter na tela. Que aliás, tem um tamanho bastante confortável – 3.1 polegadas, total touchscreen. O aparelho conta também com a ajuda de cinco botões (Menu, Busca, Home e, o do meio, um pouco mais duro, faz as vezes de “enter”).

Para quem necessita de aplicativos de trabalho, o Quench fica devendo – só tem visualizador de documentos, mas quem precisa disso tendo em mãos um aparelho tão friendly – que me desculpem o estrangeirismo, mas só essa palavra me vem à mente para definir o Quench.

Aliás, um dos segredos do Quench é justamente ser amigável – na configuração, na navegação e no preço – no Submarino, ele sai por R$ 999.