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	<title>Telefonia Etc. &#187; geração Y</title>
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	<description>O mundo das telecomunicações é uma sopa de letrinhas que à primeira vista parece indecifrável. Neste espaço, vamos tentar deixar a sopa mais rala. Prazer, meu nome é Elis Monteiro e sou uma jornalista apaixonada por tecnologia, como vocês.</description>
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		<title>Bombardeio de informações</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Monteiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pensado muito sobre como será o futuro do meu filhotinho Gui &#8211; que já está com 3 anos e 8 meses. Qual será sua carreira? Vai ser médico, engenheiro como o pai, jornalista como a mãe, nerd (como os dois) ou alto executivo de alguma empresa? E se quiser ser artista ou jogador de futebol? Seja como for, quero que ele não cometa os mesmos erros que nós &#8211; que não se deixe levar por pessoas mal intencionadas, que não engula sapos por mais tempo do que o estritamente necessário, que saiba dizer não [<em>a mais difícil arte desta vida</em>].</p>
<p>Também conjecturo sobre como será a vida tecnológica do meu rebento, como não podia deixar de ser. Já tenho plena consciência de que ele terá uma relação muito mais íntima com os gadgets. Sei que ele usará a voz para controlar os aparelhos; que sua TV será touchscreen e que responderá a seus comandos. Ele vai tirar tudo isso de letra, assim como todos de sua geração &#8211; batizada de <strong>Geração Z</strong>.</p>
<p><a href="http://www.elismonteiro.com.br/wp-content/uploads/brain.jpg"><img title="Cérebro" src="http://www.elismonteiro.com.br/wp-content/uploads/brain-150x150.jpg" alt="brain 150x150 Bombardeio de informações" width="150" height="150" /></a>Mas não tenho certeza se ele saberá lidar com toda informação que receberá o tempo todo. Será que meu bebê vai ler como eu li a vida toda? Será que se interessará por Shakespeare, Kafka, Dostoievsky, Machado de Assis, como eu me interessava na infância? Será que vai gostar de escrever e aprenderá a escrever direito? Respeitará o português (e não estou me referindo ao personagem da novela das 21h)?</p>
<p>Nossos filhos e netos saberão o verdadeiro valor da introspecção? De que às vezes é necessário ficar um pouco só, ler um bom livro, descansar a cabeça no travesseiro, pensar, deixar-se levar pelo <strong>NADA</strong>? Será que nós mesmos já não estamos assim, antenados demais, preocupados demais, informados demais? E, no final das contas, estressados demais?</p>
<p>Digo isso porque uma de minhas maiores preocupações é sobre a forma como lidamos com tantas informações que recebemos. Filtramos muito pouco porque as fontes são muitas e nem sempre confiáveis. Recebemos notícias todos os segundos do dia, seja via Twitter, rádio, TV, anúncios, jornais, revistas, chats, SMS, MMS, cinema, Facebook, é tanta coisa circulando ao mesmo tempo que às vezes o importante fica para depois. E, amigos, essa não é uma fase. Não é uma febre. <strong>É uma nova realidade.</strong> Que veio para ficar. E se as redes forem morrendo no meio do caminho, outras surgirão.</p>
<p>A <strong><span style="color: #ff0000;">mídia pública</span></strong> chegou e hoje todo mundo tem alguma coisa a acrescentar. Isso me lembra minha mãezinha &#8211; jornalista por vocação e dona de casa por força do destino, ela sempre adorou me dar notícias. Chegou a me surpreender muitas vezes. Mas há pelo menos uns três anos mamãe não consegue mais chegar antes &#8211; eu sempre sei de tudo porque fico ligada nas redes sociais, sigo pessoas super antenadas e o que não me falta é fonte de informação. E bebo de todas elas.</p>
<p>Fico com saudades do tom de voz da minha mãe quando conseguia me contar alguma coisa antes de todo mundo. A certeza é que agora Dona Penha tem concorrente demais&#8230;</p>
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		<title>Pitacos em outros terrenos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 12:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novo mundo]]></category>
		<category><![CDATA[choque de gerações]]></category>
		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem me conhece há algum tempo sabe que eu sou apaixonada por gadgets e cultura digital, assuntos sobre os quais discorro sem a menor cerimônia. Mas hoje resolvi dar uns pitacos sobre gestão de pessoas no blog do meu amigo Paulo Loiola, um dos membros do G10 (grupo de organizadores do TEDxSudeste, do qual faço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem me conhece há algum tempo sabe que eu sou apaixonada por gadgets e cultura digital, assuntos sobre os quais discorro sem a menor cerimônia. Mas hoje resolvi dar uns pitacos sobre gestão de pessoas no blog do meu amigo Paulo Loiola, um dos membros do G10 (grupo de organizadores do <a href="http://www.tedxudeste.com.br" target="_blank">TEDxSudeste</a>, do qual faço parte com orgulho).</p>
<p>Deem uma lida &#8211; é sobre o choque de gerações que está reverberando dentro das empresas. Mais cedo ou mais tarde todos nós, nativos ou imigrantes digitais, vamos encarar rounds desse conflito. Em <a href="http://gestaosocial.wordpress.com" target="_blank">http://gestaosocial.wordpress.com</a></p>
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