Agora parece que as coisas voltam a se regularizar no mundo Telefônica. A Anatel liberou, hoje, a comercialização do serviço de acesso à internet em banda larga da companhia, o Speedy.

Segundo comunicado da Agência à imprensa, “o conselho diretor da agência decidiu aprovar a liberação, após analisar o plano de contingenciamento apresentado pela operadora e os relatórios preparados pelas superintendências de fiscalização e de serviços privados”.

Na semana passada, o conselho da Agência se reuniu para debater sobre a liberação do serviço, mas um pedido de vistas do conselheiro Plínio de Aguiar adiou a votação. Na decisão de hoje ficou acertado que a Superintendência de Serviços Privados da Anatel deverá acompanhar durante seis meses se a operadora está de fato cumprindo todas as medidas apresentadas no plano de estabilização da rede de dados.

Enquanto isso, a Anatel corre atrás de um serviço de monitoramento constante da qualidade dos serviços de banda larga. Estamos de olho – afinal, há muita coisa errada nos serviços de Oi, NET, TVA, além do 3G (candidato a banda larga móvel).

Aqui também teremos dúvidas de leitores respondidas, por que não? É claro que só vou poder dar as respostas que estiverem ao meu alcance, mas vou me esforçar para ajudar àqueles que me procuram. E desde já agradeço às muitas cartinhas que tenho recebido via email e via comentários. Ainda estou aprendendo a lidar direitinho com o Wordpress, que nunca tinha usado (estou adorando), por isso ainda não estou respondendo a todos os comentários. Mas vamos nos adaptando, ok?

A primeira dúvida é do Danilo, do Rio de Janeiro. Vamos lá:

Olá Elis, em primeiro lugar gostaria de parabenizar pelo site e blog que você lançou, ficou show. Gostaria de pedir sua opinião, estou com intenção de adquirir um celular com TV, na sua opinião o que você acha da qualidade destes aparelhos do tipo VAIC que vieram como uma enchurrada? Vale a pena arriscar? Aguardo o seu retorno, abraços, Danilo/RJ.

Resposta: Danilo, até o MP4 os aparelhos trazem funções de “empacotamento” de arquivos – no caso dos MP3, de arquivos MP3; no caso dos MP4, de arquivos de vídeo em MP4. Mas a partir daí, é tudo “xing ling”, ou seja, produtos importados, na maior parte das vezes da China, de qualidade e procedências duvidosas.

A TV que esses produtos trazem não é digital, e sim analógica. E muitos sequer trazem manual e garantia do fabricante. Não se deixe levar pela ideia do MPx, ou seja, MP5, MP6, MP7 até… MP11! É tudo balela. Ou seja, os tais fabricantes incluem uma série de funcionalidades (nem sempre de qualidade) e quanto maior o número de funções, maior será o MPx.

Quem quiser um aparelho com TV DIGITAL achará no mercado, de marcas reconhecidas como LG, Samsung e Semp Toshiba, com manual e garantia. Mas eu não colocaria minha mão no fogo por um aparelho MPx. Certo?