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Motorola Spice: do Brasil para o mundo
O Motorola Spice é um modelo de entrada (smartphone mais simples) slider vertical (desliza para cima e para baixo) desenvolvido no Brasil. Roda Android 2.1, é 3G, tem Wi-Fi, GPS e Bluetooth full. De interessante, traz as funções Flashback, que organiza os eventos no aparelho (informações e atualizações, aplicação que pode ser personalizada e não se parece com a chatíssima Timescape do Xperia X10).
Dentre elas estão entrada de SMS, MMS, redes sociais, e-mails, etc. Traz ainda o Backtrack, espécie de mouse que permite que o usuário não precise ficar tocando na tela o tempo todo. Na prática, trata-se de um painel sensível ao toque localizado na parte de trás do aparelho, que possibilita uma navegação mais rápida.
O Spice também tem tela capacitiva e permite pinch to zoom (usar os dedos em formato de pinça para dar zoom). O aparelho tem design muito simpático com formato arredondado e usa 25% de plástico de pós-consumo reciclado em sua carcaça, seguindo as diretrizes de sustentabilidade estabelecidas pela Motorola.
A câmera do Spice é de 3 megapixels e traz facilidades para compartilhamento de imagens e vídeos em redes sociais – como todos os modelos Motorola Android que têm sido lançados. Dos widgets que já vêm carregados de fábrica constam o Facebook e o YouTube. O modelo traz sete telas diferentes para customização da área de trabalho pelo usuário. Para compra de aplicativos, oferece as lojas Market (típica de Android) e a Shop4APPs.
O preço divulgado do Spice é de R$ 799 (desbloqueado e sem subsídio de operadora).
A guerra das plataformas móveis
Meus queridos, aproveitei o espaço do Fórum PCs para bater um papo longo sobre a loucura que anda o mercado de sistemas operacionais para telefones celulares.
A coluna nova, já no ar aqui analisa, por exemplo, o anúncio da Nokia e da Intel de uma plafaforma chamada MeeGo, assim como o sucesso do Android – responsável por aquilo que pode ser chamado de “o renascimento da Motorola – e do iPhone OS.
Deem uma lida e vamos falar sobre este e outros assuntos.
O mundo Symbian

Meus amigos, fiz uma matéria bem completinha sobre o evento em Londres que pode ser acessada por este link: http://migre.me/arXK
O que mais posso dizer sobre o mundo Symbian? Que ele cresce e se organiza, através da melhoria dos kits de desenvolvimento e da criação de um diretório de aplicativos, visando a organizar melhor a bagunça.
A Symbian Foundation, por sua vez, também cresce a olhos vistos e agora tem 165 funcionários trabalhando in loco.. É um número impressionante, ainda mais num momento em que todas as marcas investem no desenvolvimento de lojas de aplicativos, usando Windows, Android e sistemas proprietários, que estão em baixa.
O Symbian continua sendo meu sistema operacional móvel preferido, apesar de ter cometido a loucura de comprar um iPhone. Confesso que fiquei babando pelo N97 e pelo N97 Mini, que conheci na loja Flagship da Nokia em Londres.
Nesta loja, tive o prazer de conhecer o Nokia N75 – o vermelhinho é de babar. Assim como tive a honra de dar uma boa navegada no N900, rodando Maemo (adaptação de Linux).
Mergulho no mundo Symbian
Vocês podem até achar que eu deixei de gostar da Nokia por conta da adesão ao mundo iPhone. Mas isso não é verdade. Continuo fãzoca não só da Nokia como do Symbian, sistema operacional móvel que ela abraça com tanto prazer.
Gosto tanto que estou indo nesta sexta-feira para Londres, participar, a convite da Nokia, do Symbian Exchange and Exposition 2009, evento sobre o assunto que vai durar três dias e vai apresentar as novidades no mundo Symbian – novos aplicativos, novas roupagens, etc e tal.
Assim, teremos muita coisa boa para contar. Ainda mais agora, com toda essa efervescência de Android, Windows Phone no Brasil, Motorola, lançamentos LG e Samsung… o mercado anda agitado e até para quem respira isso fica difícil acompanhar.



