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Agora sem fio MESMO!

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Meus amigos, agora posso dizer que faço parte do time dos felizes usuários de produtos 100% mobile – nada mais de fio me prende. Hoje, dei fim no meu Velox e parti para a nova experiência do 3G via modem USB.

Até o momento, estou tão feliz que nem me aguento. O produto adotado foi o modem Vivo 3G com TV Digital, que a FRM (meu trabalho) me cedeu e sem o qual não passarei nenhum minuto a mais. A conexão é estável (o Velox caía de meia em meia hora) e em menos de dez segundos ela começa a funcionar.

É claro que não tenho a pretensão de achar que vou conseguir baixar todos os episódios de Lost usando uma conexão que nem é banda larga (meu mantra: banda larga é só a partir de 2Mbps), mas para o dia-a-dia funciona. Espero que a lua-de-mel não acabe porque estou mesmo feliz.

A sensação que eu tinha com o Velox era de que estava navegando a 100Kbps, 200Kbps no máximo; com esse modenzinho, estou sentindo que passo dos 500Kbps, o que é um salto sensível, ora se não é!

Eu já estava feliz usando o meu iPhone 3GS (Vivo também) como modem 3G. O problema é que a bateria (do iPhone, porque do netbook, Asus EEE, dura horas) vai para o espaço muito rápido e passei a precisar carregar o cabo USB do iPhone por aí.

Aliás, estou devendo um post sobre o tethering do iPhone. É que ando tão empolgada com as novidades do blog que vêm por aí que me foquei nisso e fiquei segurando. Mas acho que podemos adiantar numa boa e carrego o conteúdo debaixo da asa, para onde quer que eu vá.


Vivo também venderá aplicativos

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Há tempos venho comentando aqui como os fabricantes de telefones celulares estão correndo atrás de lojas de aplicativos móveis que seguem o modelo de sucesso implementado pela Apple, através de sua App Store, que tanto oferece programetos grátis quanto pagos. Agora chegou a vez de uma operadora anunciar sua loja de download de aplicativos – também durante a Campus Party, a Vivo lançou uma plataforma própria de venda de softwares que abrirá as portas à colaboração de desenvolvedores de todos os portes.

A operadora pretende compartilhar a receita dos aplicativos com seus devidos criadores, visando a gerar interesse por parte do mercado e, assim, expandir o portfólio mais rapidamente. A divisão de receita vai se dar tanto através da compra do serviço pelo assinante (quando 70% da receita vai para o desenvolvedor) quanto com o uso do produto ao longo do tempo.

A Plataforma de Desenvolvedores Vivo buscará reunir empresas já conhecidas do mercado e também dar chance a quem ainda não entrou nas outras lojas mobile criadas por fabricantes como LG, Samsung, Nokia, Apple, BlackBerry etc. Os desenvolvedores têm um portal à disposição, o http://desenvolvedores.vivo.com.br, aberto e gratuito, onde é possível encontrar informações sobre os processos de desenvolvimento, certificação e cadastro de aplicativos, assim como recursos de software necessários.

Os aplicativos poderão ser colocados à venda através de duas modalidades: em uma pasta batizada de Beta (com pré-lançamentos a preços reduzidos, variando entre 0,99 real e 1,99 real), ou através de uma segunda opção, que é passar pelo processo completo de certificação e entrar em comercialização, com destaque, na loja virtual Downloads Store, onde estes aplicativos poderão ser vendidos por até R$ 20, preço cobrado por grandes fornecedores. Segundo a Vivo, já há 350 programas disponíveis na loja.


Futurecom: conectividade para a Amazônia

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A Vivo e a Ericsson anunciaram, durante a Futurecom, a criação de um grupo de oito parceiros para levar conectividade em banda larga móvel ao coração da Amazônia Legal. O objetivo é ampliar as condições de atendimento da ONG Projeto Saúde & Alegria, que promove o desenvolvimento e o estímulo à formação de comunidades de aprendizagem para mais de 30 mil pessoas de 175 vilarejos em três municípios da região denominada Belterra, no oeste do Pará.

O grupo é composto também por Sony Ericsson, Prefeitura de Belterra, CPqD, Bimetal, Formatto Engenharia, LaMark, Hospital Albert Einstein e pelo Projeto Saúde & Alegria. Estas empresas irão investir e alavancar recursos institucionais e pessoais para disseminar a educação e saúde por meio da comunicação móvel.

O Projeto Saúde & Alegria atua hoje diretamente em três municípios do Oeste do Pará – Belterra, Aveiro e Santarém –, atendendo principalmente às populações rurais e com o propósito do desenvolvimento comunitário na Amazônia.

A Vivo fará a instalação e manutenção da infraestrutura de comunicação, como o site e a manutenção do serviço móvel; o Instituto Vivo desenvolverá metodologias e práticas de aprendizagem em rede. Já a Ericsson irá desenvolver e implementar soluções como equipamentos de rádio, serviços relacionados e um aplicativo multimídia que monitora impactos ambientais; efetua diagnósticos na área da saúde; facilita a comunicação entre a equipe e as comunidades; e realiza pesquisas para monitoramento dos índices de qualidade de vida. O Projeto Saúde & Alegria oferecerá suporte local e será responsável pelo treinamento das comunidades, orientando sobre a utilização dos aplicativos.

Com a população mais jovem de todo o país – cerca de 9,2 milhões de crianças e adolescentes até 17 anos – a Amazônia concentra alguns dos mais preocupantes indicadores sociais do Brasil. Com mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, a Amazônia legal reúne uma população heterogênea de 24 milhões de habitantes, com comunidades centenárias de indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entre outras, que convivem com enormes problemas de acesso devido à baixa cobertura da malha viária e da necessidade de utilização do transporte fluvial, o que prejudica a freqüência das crianças nas escolas em mais de 750 municípios da região.


Telefonia etc no VivoBlog

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Bonitinho… somos o blog da Semana da Semana do Vivo Blog. Gostei da apresentação e como mãe do Telefonia etc (vocês todos são tios) fiquei feliz com a lembrança. Valeu, Vivo!