
Meus queridos, seguindo os testes, vamos receber hoje o i1, primeiro Android push-to-talk (Nextel) a chegar no país. Vamos ver como o sistema operacional se comporta no Nextel?
Olha ele aí na foto…

Meus queridos, seguindo os testes, vamos receber hoje o i1, primeiro Android push-to-talk (Nextel) a chegar no país. Vamos ver como o sistema operacional se comporta no Nextel?
Olha ele aí na foto…
Ainda não conseguiu entender nadinha sobre a polêmica envolvendo o iPhone 4, a tal da antena e, agora, a capinha gratuita que a Apple vai distribuir?
Pois assista este vídeo e entenda tudo. Ele resume direitinho e nem é preciso entender o idioma, pode ter certeza de que vai fazer o maior sentido pra você.

A RIM anunciou versões mais bonitinhas do Blackberry Curve 8520: agora também nas cores lavanda e violeta. O modelo, para quem não conhece, é o mais novo membro da família Curve.
O modelo não é só bonitinho: tem Wi-Fi, smartphone é habilitado para Wi-Fi, oferece acesso a e-mail e serviços de mensagens (SMS, MMS e mensagens instantâneas, incluindo o BlackBerry Messenger, conhecido como BBM), assim como acesso a redes sociais (Facebook, Twitter e MySpace).
Além do teclado QWERTY completo, o BB Curve 8520 tem uma câmera de 2 megapixels com gravação de vídeo habilitada (para tanto, é preciso comprar, separadamente, um cartão MicroSD) e trackpad óptico.
Dados fresquinhos da Anatel: o mercado brasileiro de telefonia celular chegou a 185 milhões de assinantes do Serviço Móvel Pessoal (SMP). Isso significa uma densidade de 95,92 acessos por 100 habitantes.
Isso significa que temos quase um celular para cada habitante do país? Claro que não. Muitos têm mais de um telefone e sabemos que há locais nos quais a telefonia celular ainda não chegou. Mas o número é animador e nos coloca numa confortável posição de penetração de telefonia móvel.
Os planos pré-pagos continuam liderando com muita folga – 82,32%, contra 17,68% de pós-pagos. Por isso as operadoras tentam lançar planos e serviços especiais voltados para essa parcela da população. Afinal, todos têm direito a se expressar, usar redes sociais móveis e serviços de voz e dados em geral.
Amigos, escrevi longa coluna sobre o assunto para o Fórum PCs, disponível em http://tinyurl.com/27tw8rp.
Deem uma lida. A coisa pegou para a Apple ou é apenas uma grande bobagem?
1) Sim, a reforma do blog segue firme e forte;
2) Não estou conseguindo inserir fotos no blog – deve ser por causa da reforma;
3) Já vamos começar o blog novo com um teste diferente? Que tal conhecermos o i1, primeiro smartphone push-to-talk que roda Android, da Nextel? Bom, né?
4) Vamos que vamos que teremos novidades, espero!
Vou aproveitar o email enviado por uma amiga querida e responder logo aqui, caso alguém tenha a mesma dúvida. Já adianto que posso dizer com convicção: das três opções, a mais simples e amigável é o iPhone.
Já disse muitas vezes que é dificil comparar o iPhone com qualquer outro aparelho – são frutas diferentes, animais diferentes, espécies diferentes. O iPhone é um prosseguimento das mãos do usuário e é tão simples que meu Gui, de apenas 2 anos e 2 meses, manuseia o aparelho com maestria, desbloqueia, passeia pela tela, chega no aplicativo desejado e o seleciona, sem pestanejar.
O iPhone tem um quê emocional muito grande que só quem tem um sabe. Ele é O aparelho; é a sua cara; é O seu companheiro. Mas não é perfeito, mesmo com as melhorias implementadas pelas novas versões de seu sistema operacional OS.
Eu baixei o OS4 e fiquei encantada: a câmera está infinitamente mais rápida, o recurso de multitarefas facilita bastante, principalmente para quem usa muitos aplicativos ao mesmo tempo. É o meu caso: estou sempre alternando entre Echofon (Twitter), Facebook, três contas de e-mail, Safari, App Store. E aí basta apertar duas vezes o botão de “Home” e ter acesso a tudo ali, diretinho.
São muitas as melhorias no novo sistema. Mas mesmo assim a bateria acaba rápido demais; as imagens geradas pela câmera podiam ter melhores resoluções e por aí vai.
O Milestone, para quem testou, é a resposta para as preces e para as deficiências do iPhone. Mas a bateria também não dura muito e, sinceramente, acho ele muito trambolhão. Mesmo assim, compraria e recomendo. A câmera é o que há de bom e o Android está bem amadurecido.
Já o Xperia X10 é uma bela surpresa que, a primeira vista, deixa o iPhone no chinelo – isso porque eu não queria comparar. O aparelho é bonito (apesar de meio grande); tem excelente câmera de 8 megapixels com função de câmera digital Sony; faz excelentes vídeos; facilita o acesso às redes sociais e os widgets arrastáveis, assim como a aba retrátil, características do Android, são excelentes. Mas a bateria também dura pouco e a Sony Ericsson errou ao oferecer as funções Timescape e Mediascape de forma tão, digamos, confusa.
Não fossem esses dois pequenos deslizes, eu indicaria o Xperia em vez do iPhone. Ah sim: a versão de Android usada pelo Xperia (1.5) ainda é arcaica e cheia de bugs. A esperança dos usuários é que seja liberada uma atualização do firmware para que o aparelho fique tinindo. E aí sim, ok, talvez eu o compare livremente com o iPhone. Mas que o aparelho arrebenta, ah, isso é fato!
Mas a resposta que minha amiga Bianca quer é: compre o iPhone se você não precisa de uma grande câmera e tem paciência para carregar o celular todo dia; compre um Milestone se quer uma câmera excelente, um aparelho parrudo, uma interface simples e se você tem paciência para carregar todo dia; compre o Xperia X10 se você acredita que vai rolar mesmo uma atualização de firmware (versão de sistema operacional), se você quer a melhor das câmeras e se tem paciência para ficar vendo as atualizações de redes sociais passeando como loucas pela sua tela (timescape).
Eu adorei! No melhor estilo retrô, o inventor Peter Hermans criou um case para BlackberryBold 9700 que transforma o aparelho…nisso que vocês estão vendo aí na foto.
Hermans inscreveu sua invenção, digamos, bizarra, no concurso “Freedom of creation“, promovido pela fabricante de acessórios Freshfiber, que acabou selecionando o case como um dos finalistas que “podem vir a ser desenvolvidos para comercialização”. Se alguém vai querer comprar é outro papo.
Diz o site OhGizmo!, que divulgou a belezura, que as antenas (de plástico) são retráteis, mas que a usabilidade do treco é contestável, embora a invenção seja pra lá de charmosa.
Que me desculpem os fãs da App Store, mas até o momento ninguém apresentou um programete mais útil que o Desguiator, aplicação desenvolvida pela Nokia em parceria com o Instituto Nokia de Tecnologia que ajuda os usuários a fugirem de situações desconfortáveis.
Como assim? Imagine a cena: você encontra aquela mala sem alça no meio da rua. Tenta fugir dela, dá uma de João sem Braço, finge que está apressado, que não a viu, mas mesmo assim não consegue escapar. O que fazer?
Pois no melhor estilo Tabajara a Nokia lançou o Desguiator, que permite que o usuário configure seu celular de modo que, com um gesto discreto- como uma leve batida, por exemplo – o telefone simule que está recebendo uma chamada de voz.
Eis uma desculpa perfeita para fugir de uma conversa chata ou de situações constrangedoras. Todo o conceito visual do Desguiator é tematizado como em uma história em quadrinhos e segue uma linha bem humorada.
O usuário escolhe o toque, ou seja, o som que será usado pela aplicação entre as disponíveis no aparelho; a função “Disparar Após” permite que o usuário determine quanto tempo depois das duas batidas o ringtone tocará; já “Instruções” permite ao usuário aprender e treinar as batidas que ativarão o Desguiator.
Após calibrar as batidas, a aplicação estará pronta. Uma vez ligado, o Desguiator não ficará visível na home do celular, aguardando as batidas do usuário no aparelho. No tempo pré-programado, o aparelho tocará um ringtone permitindo que o usuário use a ligação como desculpa para sair de onde está para poder atender ao telefone.
Para baixar o aplicativo, usuários de celulares Nokia devem acessar http://store.ovi.com/content/40949
Quando a gente pensa que a telefonia pessoal no Brasil não tem mais como crescer, chegam números que comprovam que o brasileiro é mesmo chegado num celular: o mês de maio registrou 2.945.406 de novas habilitações, um crescimento de 1,63% em relação a abril deste ano, de acordo com números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O Brasil chega, assim, a 183.710.844 de acessos do Serviço Móvel Pessoal (SMP), uma densidade de 95,26 acessos por 100 habitantes (um crescimento de 1,56% em comparação com abril).
Ou seja, é um mercado francamente em expansão, mesmo que os celulares tenham chegado à quase totalidade da população (em números totais) e a uma densidade de primeiro mundo.