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Galaxy X na área
Amigos, uma boa notícia para o mundo Android: a Vivo já está oferecendo o Samsung Galaxy X (de eXtreme), primeiro celular do mundo com a versão 4.0 do Android (carinhosamente chamada de Ice Cream Sandwich).
O aparelho tem processador dual Core de 1.2 Ghz, display Super AMOLED HD de 4,65’’ (sim, enormeeeeeeeeeeeee) e um recurso adicional chamado Face Unlock, que permite o desbloqueio do aparelho com reconhecimento facial. Funciona até em bad hair day

O aparelho chega às lojas da Vivo de todo o país por R$ 1.429 (plano Vivo Smartphone Ilimitado 60). Desbloqueado, sai por R$ 2.149.
Lumia 800, da Nokia: delicinha
Parece até que eu exagerei no texto que escrevi pro TechTudo sobre o novo Nokia Lumia 800, o primeiro Windows Phone (versão 7.5) a chegar ao Brasil.
Curti bastante o azulzinho smurf e achei tão lindão que chutei o balde- confessei que o modelo me arrepiou, me deixou excitada e outras bobagens afins, que nada, diga-se, têm de mentira. Eu me lembrei de quando dei de cara com o primeiro iPhone, que também me deixou salivando.
Quem quiser ler o texto-confissão, o link direto é este. E agora a melhor parte: ganhei o Lumia 800 no sorteio da Vivo durante o lançamento do aparelho. Não foi coisa do destino nos unir assim?
Sendo assim, teremos muito pra falar sobre ele. OBA!
O que vem a ser foblet?
Maior e mais pesado que o smartphone convencional, menor e mais leve que os tablets disponíveis no mercado, o “foblet” fica entre os dois. O termo foblet vem justamente da junção dos termos “fone” e “tablet”.
A Dell introduziu o conceito com seu Dell Streak 5, mas o aparelho não fez muito sucesso e, em agosto de 2011, com pouco mais de um ano de mercado, foi tirado da linha de produção.
Retomando o conceito, a Samsung anunciou oficialmente, durante o Mobile World Congress 2012, em fevereiro, o Samsung Galaxy Note.
O Galaxy Note é um smartphone Android com tela de 5.3 polegadas e caneta stylus, funcional no touchscreen. O brinquedinho roda a versão 2.3 do Android (Gingerbread) e conta com processador 1.4GHz dual-core e display HD Super AMOLED.
A dúvida (é um smartphone? É um tablet?), jogada como isca nos comerciais da marca, leva o aparelho para essa recém-criada categoria especial de gadget, já que agrega funções de ambos.
Na briga pelo nicho, Panasonic e LG apresentaram as suas armas. A Panasonic criou o Eluga Power, com tela de 5 polegadas, processador quad-core de 1.5GHz e Android 4.0 (Ice Cream Sanduich). A LG trouxe ao mercado o Optimus Vu, com tela de 5 polegadas, processador dual-core de 1.5GHz e Android 2.3.
Enquanto os aparelhos da LG e da Panasonic ainda não estão disponíveis no Brasil, o Galaxy Note já pode ser encontrado por aqui há algum tempo.
Uma verdadeira guerra de gigantes. Se você se incomoda em carregar dois aparelhos, mas não abre mão das funções dos dois, vale a pena conferir de perto essas novidades.
*www.twitter.com/thatianav
Repaginada no BlackBerry PlayBook
Por mais que a crítica não perdoe, a Research In Motion (RIM/BlackBerry) acredita, e muito, em seu tablet BlackBerry PlayBook. Tanto que acaba de anunciar uma nova versão do software para o dispositivo. O OS 2.0 já está disponível para download (gratuito), voltado para atividades multitarefas e com novos recursos, entre eles um cliente de email integrado com uma caixa de entrada unificada. Agora, um único inbox consolida todas as mensagens, sejam mensagens de redes sociais e emails pessoais e corporativos.
A segunda novidade é a integração social com calendários e contatos. A RIM está chamando a função de calendário integrado, que concentra as informações das redes sociais e as torna disponíveis quando e onde os usuários precisarem. Cartões de contato são dinamicamente preenchidos com informações em tempo real do Facebook, Twitter e LinkedIn para criar uma visão consolidada dos contatos.
A terceira novidade é a atualização e revisão do aplicativo BlackBerry Bridge, que provê conexão Bluetooth entre o PlayBook e os aplicativos nativos do ecossistema BlackBerry, como BBM, email, contatos, calendário e navegador Web, de modo que o usuário possa visualizar o conteúdo na tela maior do tablet.
O novo sistema também traz funções de edição de documentos atualizadas, um novo aplicativo Print To Go e aperfeiçoamento do controle e gerenciamento de informações corporativas através do BlackBerry Balance. Em paralelo, um teclado virtual atualizado com autocorreção automática e função de autocompletar.
Milhares de novos aplicativos foram adicionados à BlackBerry App World, incluindo uma série de aplicativos Android que passam a rodar no BlackBerry PlayBook.
Motorola Razr na TIM
A TIM bém já está trabalhando com o Motorola RAZR, modelo fino e leve que conheço bem e, confesso: ADMIRO MUITO! Ele tem detalhes de vidro esculpido, alumínio usinado com diamante (seja lá o que isso queira dizer, só sei que é uma delícia de pegar uma graça pra mostrar) e tela super Amoled de 4,3 polegadas, de longe o mais legal do aparelho.
O Razr merece um post à parte - sim, teremos. Já o estou testando há um tempo e adianto que o acho sensacional em muitos aspectos – e serve para muito mais coisa do que jogar Angry Birds (ok, ok, confesso que tenho gastado todas as telas tacando passarinhos de um lado para outro). O Razr tem coisas bem legais, como o aplicativo Smart Actions, que funciona como um assistente pessoal e realiza automaticamente funções que tornam as tarefas diárias mais ágeis – por exemplo, serve para diminuir o volume da campainha de acordo com o ambiente, alterar as configurações de Bluetooth e GPS quando o usuário estiver em casa ou enviar uma mensagem de texto quando perder uma chamada. Vale muito a pena, desde que o usuário tenha paciência para configurar.
O MotoCast também bate um bolão – a solução permite acessar, por meio do aparelho, os arquivos de um PC de qualquer lugar do mundo – sim, é mais ou menos como um iCloud. A aplicação também mantém os dados em segurança, uma vez que elimina a necessidade de realizar uploads de arquivos por meio de sites de compartilhamento na internet.
Ainda não tive coragem de testar a veracidade disso que vou escrever agora – ainda mais porque o modelo me foi emprestado pela Motorola – mas diz a empresa que o Razr é resistente a respingos e a riscos, por conta do revestimento de fibra sintética Kevlar, material usado em coletes à prova de bala, e com a tecnologia Corning Gorilla Glass, que não permite que o vidro seja riscado facilmente. Nem vou contar isso ao Guilherme…
O hardware também é coisa boa – 1 GB de RAM, processador dual-core de 1,2 GHz, sistema Android 2.3.5 e câmera de 8 megapixels – e uma câmera de foto e vídeo simples, cheia de opções e gostosa de manejar.
E vamos ao que interessa – o preço: consumidores que optarem pelo plano TIM Liberty, por exemplo – que oferece chamadas ilimitadas locais e DDD (com uso do código 41) para números TIM –, pagarão R$ 196 mensais por um ano, valor que já contempla a franquia do plano (R$ 39) e a parcela do aparelho (R$ 157) no cartão de crédito.
Já no pré-pago, os clientes podem parcelar em três vezes sem juros de R$ 627 no cartão de crédito aderindo ao plano Infinity Pré, que oferece cobrança por chamada de duração ilimitada para qualquer TIM e também para fixos locais. Os usuários ainda têm acesso ilimitado à internet pelo celular (Infinity Web) e envio ilimitado de torpedos para qualquer operadora (Infinity Torpedo) tarifados por dia e somente se forem usados – cada serviço custa R$ 0,50 por dia de uso.
Android com tecnologia Vivo Direto
A Motorola Mobility e a Vivo anunciaram a chegada da versão atualizada do smartphone Spice Key que, a partir de agora, opera com o Vivo Direto, tecnologia da operadora que permite a comunicação direta entre usuários do serviço, além de chamadas em grupo sem cobranças adicionais.
O aparelho é o primeiro Android com a função Vivo Direto, que permite aos usuários estabelecerem contato com outros assinantes do serviço com o toque de um botão. No lançamento, o aparelho custará R$ 29 se contratado no plano Vivo Smartphone Ilimitado 100 com torpedos SMS/MMS e DDD/Roaming ilimitados, além do serviço Vivo Direto ativado.
Quem comprou o aparelho antes desse lançamento também poderá desfrutar da tecnologia. Basta acessar o site www.vivo.com.br/dicas para saber como fazer a atualização do produto.
Dentre os destaques do aparelho estão o teclado QWERTY e a tela touchscreen de 2,8 polegadas, além de uma câmera simplezinha mas que satisfaz – 3 megapixels.
Redes sociais na “firma”. Pode?
As empresas ainda estão meio confusas a respeito da adoção das redes sociais – têm ouvido falar que o investimento (ainda que baixo) compensa, mas ao mesmo tempo ficam presas às velhas técnicas de comunicação e publicidade. E mesmo quando decidem assumir a cultura digital “para fora”, dentro de casa o cenário é outro. Para muitas, Facebook, Twitter, Orkut, Flickr, Youtube e cia tiram a atenção dos funcionários e, portanto, precisam ser combatidos. Para outras, no entanto, a hora da abertura está chegando (oba!): de acordo com a empresa de segurança Palo Alto Networks, o uso de redes sociais e o compartilhamento de arquivos via browsers nas redes corporativas cresceu explosivamente em todo o mundo nos últimos meses de 2011.
O acesso ao Twitter no trabalho, por exemplo, cresceu mais de 700% entre abril 2011 e novembro de 2011, em comparação com igual período de 2010. De forma geral, o uso de redes sociais no ambiente de trabalho, incluindo postagens e aplicações, aumentou 300% no período. O levantamento considerou tráfego de aplicações de mais de 1.600 empresas.
A análise revela que desde outubro de 2010 o consumo de largura de banda para aplicativos do Facebook, plug-ins sociais e postagens cresceu de 5% (em outubro 2010) para 25% (em dezembro de 2011), em relação à largura de banda total de rede social.
Contem pra mim: na “firma” onde vocês trabalham, o acesso é liberado ou tem restrições? Eu tenho uma opinião muito firme a respeito: antes de mais nada, chega de ingenuidade – é impossível proibir. Mesmo que o funcionário tenha todas as portas lacradas em sua estação de trabalho, ele vai checar o Twitter ou o Facebook sempre que rolar uma brechinha, ainda mais na era dos smartphones. Como sabemos que a mobilidade é irreversível, é chegada a hora de abandonar a hipocrisia. Pior: impedir o funcionário de se comunicar beira a antipatia.
Isso me lembra uma visita que fiz ao GooglePlex. A primeira impressão é de que você está num playground ou um Kid´s Place desses da vida. É brinquedo por todos os lados, puffs, mesas de sinuca, lan houses com games à disposição, tudo muito lúdico. Comparei mentalmente com a antiga “firma” e perguntei ao presidente do Google à época: como você sabe que seu funcionário vai produzir se oferece tantas opções de distração? A resposta resume o “modo Google de ser” e diferencia os googlelíderes da maioria das cabeças arcaicas que habitam as “firmas”: “quando eu contrato alguém, confio tanto na pessoa que sei que vai produzir. Funcionário mal, cansado e entediado não é criativo”.
Quem dera todos pensassem assim e chamassem pra si a responsabilidade – se contratou alguém que é tão péssimo profissional que só produzirá se estiver com o pé amarrado na cadeira, o erro é seu, gestor! Não dele…







